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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Coletânea Roadie Metal Volume 6

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CD 01

01. Torture Squad - No Escape From Hell
02. Maverick - Upsidown
03. The Goths - The Death
04. Project Black Pantera - Boto Pra Fuder
05. Apple Sin - Another Day
06. Black Triad - Dream On
07. AirTrain - Back To War
08. Cracked Skull: Fascism
09. Dekapto - Financiando a Própria Morte
10. Blue Lotus - Rat Game
11. Kyballium - Sea of Illusions
12. Ás - Warriors
13. Bloodfire - Save The World From War
14. Lascia - Jealousy
15. Universe - The Dreams Does Not End Here
16. Oblivious Machine - Echoes of Insanity
17. Jäilbäit - Do You Wann Be a Rockstar?

CD 02

01. Dramma - Sombra da Solidão
02. M-19 - Southern Brave
03. Vorgok - Kill Them Dead
04. Shallrise - Follows His Quest
05. Supersonic Brewer - Trapped In An Hourglass
06. All 7 Days - Ensign of War
07. Magnética - Os Magnéticos
08. InCarne - Good Morning, Humans
09. Ceiffador - Anjo Infernal
10. Firegun - What's The Reason?
11. Lethal Accords - I Have a Dream
12. Deviation - Like I Said
13. Terrorsphere - Terror Squad
14. Crucify - Rise Up
15. Rising - Hexencraft
16. Evil Minds - War
17. Steel Soldier - Messenger of Souls

terça-feira, 28 de junho de 2016

Resenha - 3ª Edição do Rock na Praça


No dia 26 de junho, a cidade de São Paulo contou com dois grandes eventos gratuitos voltados à música: um foi realizado na Zona Norte com grandes nomes do Pop Rock nacional e o outro foi o Rock na Praça no Centro (em frente à Galeria do Rock na Rua 24 de Maio).



Idealizado por Fabricio Ravelli, a terceira edição do evento contou com as bandas Mattilha, Ronaldo & Os Impedidos, Salário Mínimo, Busic Gang e Golpe de Estado; além de uma campanha de arrecadação de agasalhos, que serão doados aos moradores de rua que sofrem com as baixas temperaturas dessa época.

Com alguns minutos de atraso do horário previsto (a princípio estava marcado para as 14 horas), Rodrigo Branco da Kiss FM sobe ao palco para ser o “mestre de cerimônias” dessa edição do Rock na Praça para anunciar a primeira atração da tarde: a banda Mattilha.



Formada no bairro da Pompéia (um dos berços do Rock paulistano) o Mattilha começou sua apresentação com a música “Sem Hora Marcada”. Gabriel Martins (vocal), Victor Guilherme (guitarra), Andrews Einech (baixo) e Ian Bueno (bateria) fizeram um show curto (focado no disco “Ninguém é Santo”), mas mostraram um Hard Rock cantado em português de primeira qualidade. Destaque para as músicas “Filho da Pompéia” e “Noites no Bar”. Uma prova de que o Rock continua cada vez mais vivo com essa nova safra de bandas autorais brasileiras.



Na sequência entra a banda Ronaldo & Os Impedidos. Com o novo EP “Onde Está o Rock ‘N Roll?” lançado a alguns meses, Ronaldo Giovaneli (vocais), Fares Junior (guitarra), Tico Rizzo (guitarra), Daniel Kid (baixo) e Nina Pará (bateria) seguiram a cartilha de uma genuína banda de Rock ‘N Roll: guitarras distorcidas com riffs e solos característicos, baixo e bateria marcando com intensidade. Começaram detonando com a música “Telefone Errado” (que faz parte do CD “Falso Passaporte” quando Ronaldo atuava com a banda Os Fora da Lei), em seguida mesclou músicas de sua carreira com covers de Raul Seixas, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley e Megadeth (a galera foi à loucura com versão tocada de Symphony of Destruction). Um momento inusitado do show foi quando uma pessoa tentou subir ao palco e foi contido pelas pessoas que estavam nas proximidades, Ronaldo ainda brincou com o cidadão dizendo que logo mais tomaria uma com ele. Com a música “Onde Está o Rock ‘N Roll?” a banda encerrou sua apresentação mostrando que não importa qual time de futebol a pessoa torce, mas todos estavam ali em prol de uma única conquista: diversão garantida.

Antes do inicio da terceira atração, Fabrico Ravelli sobe ao palco e pede para que o público presente grite por dez segundos em homenagem a Robertinho; um momento emocionante do Rock na Praça.



Ícone do Metal Nacional dos anos 80, a banda Salário Mínimo foi a terceira banda a subir no palco. China Lee (vocal), Daniel Beretta (guitarra), Junior Muzilli (guitarra), Diego Lessa (baixo) e Marcelo Campos (bateria) deram início ao ataque sonoro com a música “Delírio Estelar” (que faz parte da coletânea SP Metal I) onde a galera cantava junto em alto e bom som. Com 11 músicas em seu setlist, os destaques ficam por conta das músicas “Beijo Fatal” (que foi dedicada a Luiz Calanca da Baratos Afins), “Noite de Rock” (que teve a participação de Fabrício Ravelli na bateria) e “Cabeça Metal” (outra da coletânea SP Metal) que encerrou o show.



Uma das bandas mais esperadas pelo público, a Busic Gang subiu ao palco para tocar músicas das bandas que os irmãos Andria e Ivan Busic passaram como Platina, Taffo e Dr. Sin e alguns clássicos do Rock. Contando com a virtuosidade do guitarrista Hard Alexandre, o power trio começou com “Perfect Strangers” do Deep Purple e a partir daí mostrou para os presente o que estava por vir. Destaque para as versões de “Closer to the Heart (Rush), “Rising Force (Yngwie Malmsteen) e “Highway to Hell (AC/DC); além das músicas “Fascínio” (que segundo Ivan não era executada por eles à pelo menos vinte anos), “Me Dê Sua Mão (uma homenagem à Wander Taffo) , “Emotional Catastrophe” e “Futebol, Mulher & Rock ‘N Roll” (ambas do Dr Sin).

A surpresa do evento ficou por conta da entrega de uma placa a Luiz Calanca como agradecimento por todo seu trabalho em prol do rock nacional desde 1978.



Completando trinta anos de carreira, chegou a vez do Golpe de Estado, a última banda da noite, mostrar o tradicional Hard Rock que consolidou a banda. Rogério Fernandes (vocal), Nelson Brito (baixo), Roby Pontes (bateria), Marcello Schevano (guitarra) e Mateus Schanoski (teclados) começaram com “Nem Policia, Nem Bandido” e passaram por todas as fases da banda, onde podemos destacar as músicas “Paixão” (onde foi prestada uma homenagem a Jota Erre ex-locutor da extinta 97 FM), “Moondog” (com o vocal de Wilson Caramello da banda Undergorund Tributo ao Golpe de Estado) e “Forçando a Barra” (com a participação nos vocais do fã mirim da banda Diego Brandão de 8 anos). Um fato inusitado ocorreu quando Rogério Fernandes fazia um discurso sério e Mateus Schanoski tocou de fundo a “Ballade Pour Adelime” de Richard Clayderman, arrancado risos da galera. A banda encerrou a apresentação com “Libertação Feminina”.



Ao final da 3ª edição do Rock na Praça todos saíram satisfeitos com o resultado: ótimos shows, estrutura impecável e nenhuma briga registrada. Pelo visto, em breve teremos a quarta edição do evento, o que seria bem vindo para todos os amantes do bom e velho Rock ‘N Roll.

O evento teve a cobertura da Rádio Web Stay Rock Brazil: www.stayrockbrazil.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2016

Anti Cimex - Swedish Hardcore 1986 - 1993

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Anarkist Attack

01. Svaveldioxid
02. Heroindöd
03. Drömmusik
04. Anti-Cimex

Raped Ass

01. When The Innocent Die
02. War Machine
03. Total Silence
04. Cries of Pain
05. Raped Ass

Victims of a Bomb Raid

01. Desperate Hours
02. Game of the Arseholes
03. Victims of a Bomb Raid
04. Set Me Free

Anti-Cimex

01. Prelude E-Minor/Criminal Trap
02. Time To ?
03. Make My Day
04. Smell of Silence
05. Pain Killer
06. Set Me Free

Absolut Country of Sweden

01. Under The Sun
02. Going Down
03. Sister Daylight
04. Share My Life
05. Wheel of Life
06. Daughters of Pride
07. 1990
08. Fear My Nerves
09. Doing Time
10. Rose

Scandinavian Jawbreaker

01. Braincell Battle
02. Only In Dreams
03. Dogfight
04. Hatred
05. Scandinavian Jaw Breaker Part I
06. Scandinavian Jaw Breaker Part II
07. New Blood
08. Pain (U Bring Me)
09. Of Ice
10. Heading for Hell
11. Rust Never Sleep
12. Nailbiter

Flexi 7 Inches

01. Progeria Power
02. Skuggan
03. Krossa
04. Eibon and Heroindöd

The Lost Mixes

01. Daughters of Pride
02. Sister Daylight
03. New Blood
04. Nailbiter



Compilação da banda Hardcore da Suécia Anti Cimex contendo gravações entre 1986 e 1993; mais bônus tracks.

domingo, 19 de junho de 2016

Celso Blues Boy

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Celso Blues Boy foi um cantor e instrumentista de blues brasileiro. Seus maiores sucessos foram as músicas "Aumenta que Isso aí é Rock 'N Roll", "Por um monte de Cerveja", entre outros.

Celso Ricardo Furtado de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro. Morou em Blumenau, Santa Catarina dos 6 aos 14 anos. Na adolescência, aprendeu a tocar guitarra, instrumento que não largou até a sua morte. Sua irmã era pianista e seus tios apreciadores do rock e blues, o que lhe ajudou muito para que escolhesse tocar guitarra. Embora tenha tocado em bailes e grupos de Blumenau, o inquieto Celso Blues Boy resolveu viajar pelo Brasil tocando na banda de Raul Seixas e Sá & Guarabyra.

Em 1984, gravou seu disco "Som na Guitarra", cujo sucesso "Aumenta que Isso aí é Rock 'N Roll" foi sua música mais conhecida. Seu nome foi inspirado no cantor e guitarrista B.B King, é o maior nome do blues no Brasil.

Em 2012 ele morreu em Joinville, vítima de um câncer, aos 56 anos.


1984 - Som na Guitarra: Download

1986 - Marginal Blues:
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1987 - Celso Blues Boy 3:
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1988 - Blues Forever:
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1989 - Quando a Noite Cai:
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1991 - Ao Vivo:
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1996 - Indiana Blues:
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1998 - Nuvens Negras Choram:
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1999 - Vagabundo Errante:
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2008 - Quem Foi Que Falou Que Acabou o Rock 'N Roll?:
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2011 - Por um Monte de Cerveja:
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Vento Motivo - Sol Entre Nuvens EP

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01. Tenha Fé na Estrada
02. Um Dia, Um Adeus
03. Sol Entre Nuvens
04. Arma de Brinquedo
05. Nem Tanto ao Céu



"Sol Entre Nuvens" é o novo disco do Vento Motivo contendo 5 músicas, entre elas a regravação de "Um Dia, Um Adeus" do Guilherme Arantes.

Lobotomia - Demo 1984

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01. Presidente da República
02. Lobotomia
03. Por Que Estamos Morrendo?
04. F.F.A.
05. Vai Se Fuder
06. Desordem e Regresso



Reedição das músicas da demo do Lobotomia, que foram retirados da coletânea Alarme Inicial, lançada pelo Redson em 1984.

SP Caos - Demo 1984

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01. SP Caos
02. Políticos
03. Marionetes do Poder
04. Guerra Nuclear
05. Sistema
06. Cérebro Idiota
07. Vitória
08. Torturados
09. Classe Dominante
10. Futuro



Reedição da lendária demo do SP Caos, gravada pelo Redson (Cólera) em 1984.

Vímana

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Grupo de rock formado por Fernando Gama (baixo), Luiz Paulo (teclado), Lobão (bateria), Lulu Santos (guitarra) e Ritchie Court (voz e flauta) no ano de 1974 no Rio de Janeiro, RJ. Fez vários shows no Rio em lugares como o Museu de Arte Moderna, Teatro Tereza Rachel e Teatro da Galeria. Em 1976 foram contratados pela Som Livre e gravaram um LP que permaneceu inédito, com exceção de duas faixas, "Zebra" e "Masquerade", lançadas em compacto. A partir de 1977, passou a acompanhar o tecladista suíço Patrick Moraz, ex-integrante do grupo inglês de rock progressivo Yes e que posteriormente integraria o Moody Blues. A relação entre Patrick e o grupo duraria apenas um ano. A banda encerrou as atividades em 1978, e seu único outro registro editado em disco é uma participação no LP Ave Noturna de Fagner (Continental, 1975). Atualmente o Vimana é mais lembrado pelo fato de quase todos seus integrantes terem feito muito sucesso nos anos 1980 e ajudado a consolidar o rock brasileiro.



On The Rocks

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01. Perguntas (Ao vivo no MAM)
02. Masquerade (Ao vivo no MAM)
03. On The Rocks (Ao vivo no MAM)
04. Cada vez (Ao vivo no MAM)
05. Zebra (Estúdio)
06. Maya (Com Luiza Maria)
07. Lindo Blue (Com Walter Franco, Sergio Dias e Arnaldo Baptista)
08. Masquerade (Estúdio)
09. Avô do Jabor (Com Marília Pêra)
10. Perguntas (Ao vivo no Hollywood Rock '75)
11. Riacho do Navio (Com Fagner)
12. Antonio Conselheiro (Com Fagner)



terça-feira, 14 de junho de 2016

Sérgio Hinds - Ao Vivo no SESC Consolação

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01. 1974
02. Ponto Final
03. Na Estrada
04. Girando Lâmpada
05. Guitarras
06. Suíte



Apresentação do guitarrista Sérgio Hinds em 14 de novembro de 2011 no SESC Consolação para o projeto "Instrumental SESC Brasil" (www.instrumentalsescbrasil.org.br).

Considerado na década de 70 como o melhor guitarrista de rock progressivo do Brasil, Sérgio Hinds traz para o cenário musical a magia dos anos 70. Durante 15 anos fez shows pelo país afora, além de diversos lugares da Europa. Foi convidado especial do festival de rock progressivo na UCLA, em Los Angeles. Acompanhou artistas como Ivan Lins, Belchior, Sá e Guarabira e Donny Nichilo. Formação: Sérgio Hinds (guitarras); Fred Barley (bateria); Edu Malta (baixo) e Jorge Tarasiuk (teclado).

domingo, 12 de junho de 2016

Moto Perpétuo

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01. Mal O Sol
02. Conto Contigo
03. Verde Vertente
04. Matinal
05. Três e Eu
06. Não Reclamo da Chuva
07. Duas
08. Sobe
09. Seguir Viagem
10. Os Jardins
11. Turba



Moto Perpétuo foi uma banda brasileira de rock progressivo dos anos 1970. Participaram da banda o cantor e compositor Guilherme Arantes (piano e vocais), Egydio Conde (guitarra solo e vocais), Diogenes Burani (percussão e vocais), Gerson Tatini (contra-baixo e vocais) e Cláudio Lucci (violões, violoncelo, guitarra e vocais).

A banda foi formada em 1973, quando Guilherme Arantes e Cláudio Lucci se conheceram na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Logo convidaram Diógenes Burani, velho amigo de Arantes, e em seguida Gerson Tatini e Egydio Conde. A banda contou com o apoio do empresário Moracy do Val, que havia acabado de lançar o grupo Secos e Molhados, sucesso absoluto na época.

O Moto Perpétuo lançou, em 1974, um álbum homônimo pela gravadora Continental, notadamente influenciado pelo Clube da Esquina e por famosas bandas de rock progressivo como o Genesis e Yes – influências estas que, entre outras, se fariam sentir na primeira fase da carreira solo de Guilherme Arantes. Este álbum foi remasterizado e já pode ser encontrado em CD, graças ao trabalho de Charles Gavin, dos Titãs.

Em 1975, Guilherme Arantes segue para sua bem sucedida carreira solo, estourando nacionalmente em 1976 com o sucesso de “Meu Mundo e Nada Mais”, trilha sonora da novela Anjo Mau da Rede Globo. O guitarrista Egydio Conde, por sua vez, foi integrar a banda “Som Nosso de Cada Dia”.

No entanto, as atividades do grupo não se encerrariam em 1975, já que, em 1981, três dos membros do Moto Perpétuo – Cláudio Lucci, Gerson Tatini e Diógenes Burani – voltariam a se reunir, desta vez para gravar o álbum São Quixote. A banda foi completada pela vocalista e violonista Monica Marsola. Houve ainda a participação especial de Guilherme Arantes tocando moog e piano em cinco faixas do LP, gravado pelo selo independente Lira Paulistana.

Pão Com Manteiga

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01. Mister Drá
02. Merlin
03. Flor Felicidade
04. Micróbio do Universo
05. Montanha Púrpura
06. Multi-Átomos
07. Serzinho Sem Medo
08. Cavaleiro Lancelot
09. História do Futuro
10. A Feiticeira
11. Fugindo do Planeta
12. Virgem de Andrômeda



Pão Com Manteiga foi uma banda paulista formada em 1976 pelo vocalista e guitarrista Johnny, Edison na Bateria e Efeitos, Paulo Som na Viola, Violão e Vocal, Pierre no Baixo e Vocal e Gilberto nos Teclados e Banjo.

Um disco homônimo com um tema interessante, estilo medieval o disco é conceitual e aborda o mundo fantasioso de Avalon e faz criticas a sociedade moderna.

sábado, 11 de junho de 2016

Diesel

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01. Drain
02. Plastic Smile
03. Burn My Hand
04. Kill The Inner Loser
05. My Pain
06. The Sun Drenched in Mud
07. Far
08. Redhand Saint (3 of a Kind)
09. 4D
10. The Sleeping Giant
11. Nonsensical
12. Pull Taqueopariu



Formada em 1997 na cidade de Belo Horizonte (MG) por Gustavo Drummond (guitarra e voz), Jean Dolabella (bateria), Leo Marques (guitarra) e TC (baixo), a banda Diesel tem um rock pesado, nervoso, com letras bem trabalhadas. Há quem diga que os garotos saíram de um beco de Seattle, pois trabalha a influência grunge na linha de bandas consagradas como Pearl Jam, Stone Temple Pilots e Incubus. Mudaram o nome para "Udora" e se radicaram nos Estados Unidos.

Ave Sangria

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01. Dois Navegantes
02. Lá Fora
03. Três Margaridas
04. O Pirata
05. Momento na Praça
06. Cidade Grande
07. Seu Waldir
08. Hei! Man
09. Por Que?
10. Corpo em Chamas
11. Geórgia, a Carniceira
12. Sob o Sol de Satã



Ave Sangria é um conjunto musical brasileiro de Rock Psicodélico, um dos principais expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, junto com Alceu Valença, Flaviola e o Bando do Sol, Lula Côrtes, Marconi Notaro e Lailson.

Inicialmente chamado de Tamarineira Village, o conjunto mudou de nome por sugestão de uma cigana que os integrantes conheceram no interior da Paraíba. Era formado por Marco Polo (vocais), Ivson Wanderley (guitarra solo e violão), Paulo Raphael (guitarra base, sintetizador, violão, vocal), Almir de Oliveira (baixo), Israel Semente (bateria) e Agrício Noya (percussão). Seu trabalho mais conhecido é o álbum Ave Sangria de 1974.

O grupo foi alvo da censura do governo militar. A ilustração da capa do disco sofreu modificações, sendo definida pelos integrantes como um "papagaio drag queen".

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Faiska - Ao Vivo no SESC Consolação

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01. Dinamite
02. No Smoking
03. Tietê River Blues
04. Tema Para Roberta
05. Fuga das Galinhas
06. Texas.Com
07. Beckiana
08. Elvis Morreu!
09. Mão Única
10. Pega Ladrão
11. Blues Para Zé Eduardo
12. No Gargalo da Garrafa
13. Parei!



Apresentação do guitarrista Faiska em 11 de maio de 2015 no SESC Consolação para o projeto "Instrumental SESC Brasil" (www.instrumentalsescbrasil.org.br).

Na estrada desde a década de 1970, o guitarrista Faiska comemorou 40 anos de carreira com o lançamento de "No Smoking". O álbum que vai do Blues ao Rock, do Country ao Surf Music mostra a versatilidade do compositor. Além da carreira solo, o músico já esteve ao lado de nomes como Rita Lee e Fagner, além de dividir palco com a banda inglesa Deep Purple.

domingo, 5 de junho de 2016

Nuno Mindelis - Ao Vivo no SESC Consolação

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01. Funky Mama
02. Think Stax, Jax!
03. Chitlins Con Carne
04. Hugs
05. Dizzy Slow Blues
06. Season of the Witch
07. Back at the Chicken Shack
08. Going Down



Apresentação do guitarrista Nuno Mindelis em 06 de junho de 2011 no SESC Consolação para o projeto "Instrumental SESC Brasil" (www.instrumentalsescbrasil.org.br).

Com 30 anos de carreira, o guitarrista de blues apresenta um apanhado dos temas instrumentais que executa nos shows e discos que gravou, como Texas Bound, álbum que gravou com a ajuda da lendária banda de Stevie Ray Vaughan, Double Trouble. Formado por Nuno Mindelis (guitarras e violão); Humberto Ziegler (bateria); Marcos Klis (baixo); Flavio Naves (teclados).

sábado, 4 de junho de 2016

Zé Geraldo - Poeira e Canto Ao Vivo

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01. Cidadão
02. Lua Curiosa
03. Peão do Trecho
04. Senhorita
05. Como Diria Dylan
06. Bolo de Aniversário
07. Semente de Tudo
08. Rio Doce
09. Meu Caminho de Nuvens Brancas
10. Milho aos Pombos
11. Ninho dos Sonhos
12. Nem Pink Floyd Explica
13. Galho Seco
14. Filhos da Noite
15. Talismã
16. Ditadores



Em meados dos anos 80, Zé Geraldo apresenta no Sesc Pompéia em São Paulo/SP, e percebe que o seu público é fiel e uma grande parcela dele é também fã do compositor Raul Seixas, o qual considera o maior mito da música brasileira. Sua esperança renasce, as dúvidas desaparecem e ele continua a carreira. O LP "Poeira e Canto - Ao Vivo", gravado em 1987 e lançado em 1988, foi seu primeiro trabalho longe de grandes gravadoras.

Faiska - Nevoeiro

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01. Nevoeiro
02. Funk Blues
03. Rita
04. Dreg's
05. A.H
06. Arame Farpado
07. I.G.T



Nevoeiro é o álbum de estréia do guitarrista Faiska; foi lançado em 1990 em LP, e remasterizado para CD em 2006. O disco é todo instrumental e autoral (exceto a música I.G.T., de autoria de Mozart Mello).

Paulo Rafael

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01. Navegantes
02. Maracajá
03. Rota Da África
04. Depois Do Escuro
05. Arraial Do Bom Jesus
06. Estação Do Som
07. Arrecifes
08. Orange




Paulo Ramiro Rafael Pereira nasceu em 11 de agosto de 1955 na cidade de Caruaru/PE. Iniciou sua carreira artística nos anos 1970, em Recife, como um dos integrantes da banda Ave Sangria, que produzia rock com raízes nordestinas. Em 1975, participou da apresentação de "Vou danado pra Catende", de Alceu Valença no Festival Abertura (TV Globo). Desde então é um dos integrantes da banda do cantor e compositor, com quem participou das duas primeiras edições do Rock in Rio. Em 1976, gravou seu primeiro disco solo, "Caruá". Assinou a produção musical de "O baile perfumado", filme de Lírio Ferreira e Paulo Caldas. Compôs e executou a trilha incidental de "Pátria amada", filme de Tisuka Yamasaki. Participou, como compositor e instrumentista, da trilha sonora dos CDs de poesia de Neide Arcanjo e Ascenso Ferreira e do CD de poemas infantis de Clarice Lispector recitados por Chico Anísio

Atuou, como instrumentista, em discos de Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho, Lobão (songbook de Gilberto Gil), Kleiton & Kledir, Marina Lima e MPB-4, entre outros. Escreveu o arranjo da faixa "Vaca profana", de Caetano Veloso, gravação de Gal Costa.

Como produtor musical, foi responsável pelos discos "Geraldo Azevedo, ao vivo", "Geraldo Azevedo, ao vivo - vol. 2" e "Futuramérica", de Geraldo Azevedo, e "Cavalo-de-pau", "Anjo avesso" e "Estação da luz", "Rubi", "Mágico" (gravado na Holanda) e "Andar, andar", de Alceu Valença. Lançou, na década de 1990, os discos instrumentais "Orange" (1992) e "Vagalume" (1995). É um dos integrantes, juntamente com Marcio Lomiranda e Taryn Szpilman, da banda Eletro Fluminas.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Clavion - Beyond The Frontier

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01. Young Angels
02. Just Love
03. Fiery Death
04. Dreaming Hell
05. Claws of Rock
06. Clavion
07. Abyss in the Sky
08. Man of Stone
09. Crucial Wings



A banda Clavion surgiu no ano de 1988 em Guarulhos/SP, e foi pioneira prog-metal brasileiro. Lançaram em 1988 o LP "Beyond the Frontier" pela SP Records, e considerado pela critica especializada como "um disco espetacular". A formação original era composta por Cácio Vazz (guitarra), Cirylo Jr. (vocal), Fábio Ribeiro (sintetizadores), Jameson Trezena (baixo) e Chico Mocinho (bateria).

Mr. Green

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01. Invisible
02. Manhattan
03. Deborah's Wedding
04. Yellow Blues
05. Noise to Kill
06. 5 Spirits
07. Contradictions
08. Mr. Green
09. The Guf
10. Sahara
11. Carcará



A banda Mr. Green foi formada em Santos/SP, tinha Edson Gutierrez na guitarra, Fernando Basseto na guitarra, Vinnie César na bateria e Zuzo Moussawer no baixo. Em meados de 1994, o vocalista Adriano Branco começou a cantar na banda. O som era na linha de Joe Satriani e Steve Vai.

Gravou um LP em 1990, pelo selo M. Records, e vendeu tudo que foi prensado na época em pouquíssimo tempo. A música "Invisible" virou hit da banda e fez sucessos nas rádios 95 e 98 FM em Santos e nas paulistanas 89 e 97 FM. Em 1994, eles lançaram o CD Faces, que tem participação especial do baixista Luiz Champignon (Charlie Brown Jr). Encerraram as atividades em 1996.

Phantom Blue

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01. Going Mad
02. Last Shot
03. Why Call It Love
04. Frantic Zone
05. Slow It Down
06. Walking Away
07. Fought It Out
08. Never Too Late
09. Out of Control

Robertinho de Recife - Rapsódia Rock

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01. No Mundo dos Sonhos (Pepperland)
02. Vôo de Ícaro
03. Bolero de Ravel
04. Noturno nº10
05. Bachianas Brasileiras nº5
06. Concerto Para Uma Voz
07. Batman Rock
08. A Dança da Sedução
09. O Fim da Guerra da Montanha
10. Transcendental
11. Pole Position (A Sinfonia dos Motores)



Robertinho de Recife é considerado um Guitar Hero e um dos melhores guitarristas do Brasil. Sua trajetória no universo da música popular consagra-o como profissional de múltiplos talentos e iniciativas.

No período em que foi músico de estúdio, tocava estilos radicalmente diversos ao acompanhar artistas como Jane Duboc, Agnaldo Timóteo, Cauby Peixoto, The Fevers e Hermeto Pascoal. Outras modalidades que também tocou incluem o heavy metal e a música infantil. Na ocasião do lançamento de seu disco "Rapsódia Rock", em 1990, apresentava-se vestido de Mozart tocando clássicos.