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quinta-feira, 3 de março de 2011

Almost Alice

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01. Avril Lavigne – Alice
02. The All-American Rejects – The Poison
03. Owl City – The Technicolor Phase
04. Shinedown – Her Name Is Alice
05. All Time Low – Painting Flowers
06. Metro Station – Where’s My Angel
07. Tokio Hotel – Strange (feat. Kerli)
08. 3OH!3 – Follow Me Down (feat. Neon Hitch)
09. Robert Smith – Very Good Advice
10. Mark Hoppus – In Transit (feat. Pete Wentz)
11. Plain White T’s – Welcome To Mystery
12. Kerli – Tea Party
13. Franz Ferdinand – The Lobster Quadrille
14. Motion City Soundtrack – Always Running Out Of Time
15. Wolfmother – Fell Down A Hole
16. Grace Potter & The Nocturnals – White Rabbit


Estúpido Cupido

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01. Celly Campello - Estúpido Cupido
02. Demétrius - Ritmo da Chuva
03. Ronnie Cord - Biquini de Bolinha Amarelinha
04. Sérgio Murilo - Broto Legal
05. Carlos Gonzaga - Diana
06. Tony Campello - Boogie do Bebê
07. Wanderley Cardoso - O Bom Rapaz
08. Wanderléa - Pare o Casamento
09. Os Vips - A Volta
10. Ronnie Cord - Rua Augusta
11. Erasmo Carlos - Festa de Arromba
12. Os Incríveis - Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones
13. Renato e Seus Blue Caps - Menina Linda
14. Ronnie Von - A Praça
15. Golden Boys - Alguém na Multidão
16. Trio Esperança - Filme Triste
17. Milton César - Professor Apaixonado
18. Osmar Navarro - Quem É
19. Carlos Gonzaga - Oh! Carol
20. Sérgio Reis - Coração de Papel
21. Giani - Dominique
22. Wilson Miranda - Alguém é Bobo de Alguém
23. Wilson Miranda - Bata Baby
24. Jerry Adriani - Doce, Doce Amor
25. Celly Campello - Banho de Lua


Rancid

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Rancid é uma banda de Punk Rock com influências de Ska. A história do Rancid tem início com Tim Armstrong e Matt Freeman, que se conhecem desde os 5 anos de idade. E sempre foram muito amigos desde os tempos de criança, eles frequentaram as mesmas escolas, e faziam parte do mesmo grupo de amigos. Em meados de 1987 fundaram juntos uma banda de ska-punk chamada Operation Ivy, que contava tambem com Jesse Michaels e Dave Mello em sua formação. Lançaram apenas um disco de estudio. Um contrato mau sucedido com a gravadora, fez com que a banda terminasse em 1989. Quando ela acabou. Tim se envolveu com drogas e álcool e o amigo Matt achou que ele precisava de uma nova atividade para se livrar do problema. A solução foi criar uma nova banda, a Dowfall, mas infelizmente ela durou muito pouco. Matt não desistiu e montou outra, chamada Rancid.

A formação era Tim na guitarra, Matt no baixo e ambos no vocal. Logo chamaram o baterista Brett Reed, e Matt saiu da outra banda que ele fazia parte, The Gr’ups, para se dedicar somente ao Rancid. Em 1992, saiu o primeiro ‘single’, “I’m Not The Only One”, pelo selo Lookout Records. O grupo sentiu a necessidade de mais um guitarrista e chamou Lars Frederiksen, que também se tornou vocalista. Ele tocava na UK Subs, mas queria tocar em uma banda que tivesse somente interesse no puro punkrock, como era o caso da Rancid.

O álbum de estréia homônimo chegou em 1993 sem a presença de Lars e já pela nova gravadora, a Epitaph. Lars não queria receber o mérito do disco já que não estava com a banda desde o início da criação das canções. Os destaques de “Rancid” foram as canções “Get Outa My Way”, “The Bottle”, “Unwritten Rules” e “Another Night”. A banda realizou vários shows pela Europa para divulgar o disco e conquistou fãs com a forte influência do ska e fazendo a troca de vocalistas na mesma canção (o chamado Tag Team).

Finalmente, em 1994, Lars entrou em estúdio para gravar com o Rancid o single “Radio”. Ainda neste ano, chegaram às lojas o segundo algum, entitulado “Let’s Go”, considerado um clássico do grupo com a canção “Salvation”, que foi a primeira a ser tocadas nas rádios.

Mesmo sem querer, o Rancid se tornava aos poucos um grupo bem sucedido. Em janeiro de 1995, eles lançaram um novo single com “Roots Radicals” e “I Wanna Riot”, logo depois saíram em turnê pelas grandes capitais norte-americanas. Em março daquele ano entraram em estúdio por seis semanas para gravar com a pressão de repetir o sucesso do aclamado disco anterior e se superaram com o lançamento de “And Out Come The Wolves”. Disco este que é considerado por muitos como o melhor da banda.

O disco seguinte, é o “Life Won’t Wait” (1998), aclamado por uns, e odiado por outros. é o disco mais puxado pro ska. Dois anos depois, com a pressão de alguns fãs, e em clima de despedida de sua gravadora (Epitaph), eles voltaram com o punk que estavam acostumados a fazer com “Rancid” (2000). Como não podia ser diferente, alguns integrantes começaram a se dedicar a projetos paralelos. Eles ja tinham um selo pela Epitaph, o Hellcat, especializado em punk. E em 2001, Lars ainda lançou um disco com sua banda paralela, “Lars Frederiksen & The Bastards”. No ano de 2002 ainda lançaram um split com o NOFX. E em 2003 o Rancid se reuniu novamente, para lançar “Indestructible” (2003). Em novembro de 2006, o baterista Brett Reed anunciou que iria deixar a banda. E para o seu lugar foi chamado Branden Steineckert, ex-baterista da banda “The Used”. No ano de 2007, o grupo lançou um cd com b sides, entitulado “B Sides And C Sides” (2007). E em 2009 lançaram o tão aguardado album, entitulado “Let The Dominoes Fall” (2009). O primeiro com o novo baterista. Foram lançados tambem um bonus com faixas acusticas e um dvd, da gravação do album. O proximo trabalho do Rancid, cogita-se ser um novo Split, desta vez com o Dropkick Murphys, ainda sem data de lançamento.


1993 – Rancid: Download

1994 – Let’s Go:
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1995 – …And Out Come the Wolves:
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1998 – Life Won’t Wait:
Download Parte 1 / Download Parte 2

2000 – Rancid:
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2003 – Indestructible:
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2009 – Let the Dominoes Fall:
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Suicidal Tendencies

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O Suicidal Tendencies começou sua história criando muita polêmica. Era início da década de 80 e quatro jovens de origem latina, que moravam em Venice, Los Angeles, formaram o grupo. O quarteto era Mike Muir, líder do grupo, Louiche Mayorga, Grant Estes e Amery Smith. Com um visual diferente, que chamava atenção por ter inspirações nas culturas latina e negra, o grupo começou a ganhar público, de punks a skatistas.

A fama trouxe também problemas para o Suicidal. A polícia estava sempre na cola do grupo, porque os shows costumavam ser palco para brigas entre gangues. O problema se agravou com a chegada do primeiro álbum, em 1983, que levava o nome do grupo, e com a turnê que iniciaram pelos Estados Unidos. Nesta época, a banda não tinha dinheiro suficiente e muitas vezes chegaram a tocar de graça ou em troca de alguns poucos dólares.

O PMRC (Parental Music Resource), espécie de censura americana às músicas, iniciou uma perseguição ao grupo. Alegavam que o nome, a postura e as letras do Suicidal eram ofensivas. Toda a polêmica em torno deles trazia mais fãs, até que a justiça conseguiu a proibição dos shows do grupo durante cinco anos. A gravadora interviu na situação e negociou o prazo para dois anos.

Passado o recesso, o Suicidal lançou o álbum “Join the Army” e viu a música “Possessed to Skate” se tornar um sucesso. Quando parecia que tudo estava bem, Mike Muir viu seus três companheiros deixarem o grupo. Entraram no lugar Rocky George, Ralph Herrera e Bob Heathcote. O líder queria um som mais pesado ainda e sentia a falta de mais um guitarrista no grupo. Muir convocou Mike Clark para a tarefa, que se tornou grande parceiro.

Passado o período de adaptação, era hora de mostrar trabalho. O terceiro disco, “How I Will Laugh Tomorrow”, saiu e, logo em seguida, uma compilação: “Controlled by Hatred/Feel like Shit…Deja Vu”. E os problemas também voltaram, O PMRC continuou na cola do grupo e, em 1990, após muita pressão, realizaram um álbum menos polêmico, “Lights, Camera, Revolution”. Obviamente, os fãs não gostaram e os acusaram de se vender. O grupo não deu bola e, em 1992, lançou “The Art of Rebellion”, também criticado pelos fãs. A crise interna estava crescendo e alguns integrantes, inclusive o próprio Muir, começaram a se dedicar a projetos paralelos. Mais uma tentativa foi colocada nas lojas, “Suicidal for Life”, que repercutiu mal, e a banda percebeu que era hora de parar.

Foram três anos até que Muir se animou novamente e reuniu todos para lançar a coletânea “Prime Cuts”, em 1997. Era vez de preparar material novo, mas antes era preciso mudar a formação da banda mais uma vez. Em 1999, eles lançaram “Freedumb” e, no ano seguinte, “Free Your Soul and Save My Mind”. Mas a alegria dos fãs durou pouco, outro recesso estava por vir.

Em 2003, o Suicidal realizou a turnê Eastpak Resistance. A turnê acabou trazendo conseqüências para Mike Muir. No primeiro show da turnê, ele machucou a coluna. Como não queria prejudicar o grupo, acabou deixando de lado o problema e continuou a viagem. A lesão piorou e no dia 23 de dezembro de 2003, ele foi internado para uma cirurgia de emergência. Sem previsão para o retorno, o projeto de entrar no estúdio foi adiado.

Eles tocaram no festival paulista Maquinaria Rock Fest em 17 de maio de 2008 e foram a atração principal do Porão do Rock (evento anualmente realizado no Distrito Federal) no dia 1 de agosto de 2008.


1983 – Suicidal Tendencies: Download

1987 – Join the Army:
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1988 – How Will I Laugh Tomorrow When I Can’t Even Smile Today:
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1989 – Controlled by Hatred and Feel Like Shit…Déjà Vu:
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1990 – Lights… Camera… Revolution!:
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1992 – The Art of Rebellion:
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1993 – Still Cyco After All These Years:
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1994 – Suicidal for Life:
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1999 – Freedumb:
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2000 – Free Your Soul…and Save My Mind:
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1984 - Thames Television Studio (Demo Tapes 1967)

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01. Hold On I’m Wrong
02. Knock On Wood
03. Nsu
04. How Can It Be
05. Step On Me (Take 1)
06. Step On Me (Take 2)
07. Purple Haze
08. Our Love Is Driftin’
09. Remember
10. Sweet Wine


Banda pré Queen (antes do Smile) formada por Brian May, Dave Dilloway, John Garnham, Richard Thompson, Tim Staffel e John Sanger