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sexta-feira, 4 de março de 2011

18 Greatest Hits Live From Queen

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01. Killer Queen
02. Now I’m Here
03. In The Lap of the Gods … Revisited
04. Bohemian Rhapsody
05. Love Of My Live
06. Somebody To Love
07. We Will Rock You
08. We Are The Champions
09. Crazy Little Thing Called Love
10. Another One Bites The Dust
11. Play The Game
12. Save Me
13. Under Pressure
14. Radio Ga Ga
15. I Want To Break Free
16. One Vision
17. A Kind Of Magic
18. Who Wants To Live Forever


The Quireboys

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O Quireboys é uma banda de hard rock formado em 1984 em Londres, Inglaterra, com fortes ligações à Newcastle. Quando a banda foi formada eles foram originalmente conhecido como The Queerboys e mais tarde como o London Quireboys nos Estados Unidos.

A banda foi sucesso durante o final dos anos 1980 e início de 1990, com o seu álbum de estréia, "A Bit of What You Fancy" alcançando # 2 nas paradas do Reino Unido. Seu grande sucesso foi com a canção "Hey You ", que alcançou # 14.

Em 1993, o Quireboys acabou, mas retornou tocando ao vivo em 1995 com vários membros. Uma reforma mais permanente veio em 2001 quando o vocalista Spike, o guitarrista Guy Griffin e o baixista Nigel Mogg montam um novo line-up. A banda ainda está ativa, gravando material novo e tocando ao vivo, inclusive estiveram no Brasil em 2010.


1990 - A Bit of What You Fancy: Download

1990 - Live At Monsters of Rock:
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1993 - Bitter, Sweet & Twisted:
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2001 - This is Rock 'N' Roll:
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2003 - 100% Live 2002:
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2004 - Well Oiled:
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2007 - One More for the Road:
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2008 - Homewreckers & Heartbreakers:
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2009 - Halfpenny Dancer:
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Tool

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Tool é uma banda californiana que começou seus ensaios em 1991 e lançou seu primeiro trabalho, o EP "Opiate", em 1992. Sua formação inicial era Maynard James Keenan (vocais), Adam Jones (guitarra), Paul D'Amour (baixo) e Danny Carey (bateria). Em 1993, a banda lançou seu primeiro álbum, "Undertow", cujas principais faixas são "Prison Sex" e "Sober". Estas duas músicas mostram o trabalho do guitarrista Adam Jones como produtor de clipes, que se tornaram uma forte marca.

As músicas mantinham o peso característico do metal, reforçado pelo ótimo baterista Danny Carey, que no lançamento do segundo álbum, "Ænima" (1996) incluiu pads eletronicos ao seu kit. A formação da banda também mudou, com a saída do baixista Paul D'Amour e a entrada de Justin Chancellor. As principais faixas deste trabalho são "Stinkfist", "Eulogy", "Forty Six & 2" e "Ænema" - ganhadora do grammy em 1997 por "best metal performance".

Durante bastante tempo o quarteto se dedicou apenas aos shows, e em 2000 foi lançado um trabalho diferente, "Salival" - uma box que contém um cd com versões ao vivo, covers ("No Quarter" do Led Zeppelin), e músicas bastante experimentais, como "L.A.M.C." e "Merkaba".

Em 2001, cinco anos após o lançamento de seu segundo álbum, Tool lança "Lateralus", um marco do metal progressivo. A primeira faixa de trabalho foi "Schism", mas todas as músicas mantém o mesmo nível e qualidade, apesar da longa duração.

"Lateralus" apareceu em todas as listas de melhor album de 2001. Foi eleito pelos críticos da revista inglesa Kerrang! como o melhor álbum de 2001, e figura em lista de clássicos, recebendo comentários como "how on earth do they follow this one up?". Recentemente a banda ganhou seu segundo grammy, também de "best metal performance", pela música "Schism".

Em 2002 ano foi lançado o primeiro tributo ao Tool, no qual bandas de estilo gótico/industrial regravaram as principais músicas da banda.

O vocalista Maynard James Keenan também participa de um projeto paralelo com a banda A Perfect Circle, com a qual lançou o album "Mer de Noms" em 1999, e que em 2002 voltará aos estúdios. Além disso, já colaborou com trabalhos do Rage Against The Machine, Deftones, e estará presente também no projeto paralelo de Trent Reznor, do NIN, chamado "Tapeworn Project".


1991 - 72826 (Demo): Download

1992 - Opiate EP:
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1993 - Undertow:
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1996 - Ænima:
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2001 - Lateralus:
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2006 - 10.000 Days:
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Sugar Ray

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Sugar Ray é uma banda formada em 1992 nos Estados Unidos. Seu nome é uma homenagem ao ex-lutador de boxe Sugar Ray Leonard. No seu primeiro álbum, Lemonade and Brownies, o Sugar Ray não alcançou muito sucesso, vindo estourar depois no álbum Floored principalmente com a música Fly, que ficou entre as músicas mais tocadas em todo o mundo. Nesse álbum, a música RPM também obteve grande destaque.

A partir de Floored a banda mudou bastante seu estilo, passando a ser uma banda com batidas mais pop, mudando totalmente aquela do começo de carreira, que era classificada como uma banda de Hardcore. 14:59 também fez enorme sucesso e as músicas Every Morning, Someday, Even Though e Falls Apart estouram em todo mundo, com destaque a Every Morning, que é uma das músicas mais tocadas no final dos anos 90, sendo bastante executada até os dias de hoje.

Em setembro de 1999, a banda foi indicada pela primeira vez ao Video Music Awards, o prêmio da MTV Americana aos melhores clipes. A banda não levou mas foi muito elogiada, e provou que sabe fazer bons vídeos clipes. O Sugar Ray lançou outros álbuns, mais não conseguiu o mesmo sucesso de Floored e 14:59.


1995 – Lemonade and Brownies: Download

1997 – Floored:
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1999 – 14:59:
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2001 – Sugar Ray:
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2003 – In the Pursuit of Leisure:
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2009 – Music for Cougars:
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Kamelot

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Para todos os efeitos, os Estados Unidos não são considerados um bom mercado metal, e o público metaller já sabe disso há muito tempo. Pior ainda quando as linhas convergem para um certo estado chamado Flórida. Entretanto, por incrível que pareça, nem tudo são espinhos por lá. Bandas como Savatage e Iced Earth erguem aos céus a bandeira metal com orgulho. Só que uma outra vem se destacando imensamente. O nome? Kamelot.

Não há como negar que o nome induz qualquer um a imaginar as famosas cenas medievais de lutas e castelos e – é claro – o glorioso Rei Arthur e os não menos importantes Cavaleiros da Távola Redonda. Bem, é por aí mesmo que a banda trilha sua história (e suas composições).

Em 1991, um certo Thom Youngblood resolve se juntar a um tal de Richard Warner e formar uma banda. O então jovem guitarman Thom procura quem se interesse pelo mesmo estilo idealizado por ele e Richard, até que encontram Mark Vanderbilt para os vocais, David Pavlicko aos teclados e finalmente Glen Barry ao baixo.

Com a line-up formada, Thom, que já tinha um bom material composto com o baterista Richard, reúne a banda e entra em estúdio para, em Agosto de 1995, lançar seu primeiro disco, intitulado “Eternity”. A crítica gosta e uma pequena turnê se segue ao lançamento do álbum. A seguir, novamente período de composições e gravações, e em 1996 saía “Dominion”, que era superior ao “Eternity” tanto em questão de composições quanto no conteúdo lírico. O novo petardo uniria o bom e velho metal clássico a seqüências mais trabalhadas de música clássica e até jazz. A superioridade e crescente maturidade da banda eram latentes.

Após o lançamento de “Dominion”, o grupo se preparava para uma tour bem mais abrangente, quando infelizmente um fato bastante desconcertante se fez realidade: o baterista Richard Warner teria que trilhar caminhos diferentes do resto da banda. Quando já parecia tudo muito ruim, o vocalista Mark também teve que deixar seus companheiros… o que fazer?!

Ao mesmo tempo em que o fim parecia se aproximar do Kamelot, as coisas estavam indo bem ruins com a já consagrada banda Conception, que caminhava bem mais rápido para um fim. Como era de se esperar, então, após a usual maré de boatos que povoam o mundo metal, o grupo acabou. Thom, então, aproveitando a deixa, resolve entrar em contato com Roy Khan, que era vocalista do Conception, e marcam de fazer uma audição. Depois, com uma pequena procura, consegue achar um baterista chamado Casey Grillo.

Como as coisas foram ótimas nas audições, a formação fica estabelecida novamente com: Thom Youngblood (guit), Roy Khan (voz), Glenn Barry (baixo), David Pavlicko (teclados) e Casey Grillo (bat).

É sabido que a mudança de um vocalista sempre causa muito impacto (o Iron Maiden e o Helloween que o digam!), então toda a banda estava apreensiva pela nova mudança. Mesmo assim, a superioridade e maturidade que marcaram a banda em seu disco precedente já deixavam o fã ansiar pelo excelente trabalho que viria.

Apesar de terem se passado dois anos para que o novo disco saísse, valeu a pena esperar o tempo para mostrar ao mundo seu novo trabalho, gloriosamente intitulado “Siége Perilous”. “Olha, acho que a suprema maioria dos fãs aceitaram muito bem o Roy como a nova voz do grupo”, diz Youngblood. “A maioria já ouvia Conception, então já sabiam de suas qualidades como vocalista. É muito complicado quando um grupo muda seu frontman, pois isso afeta muito a música do conjunto. Foi o que aconteceu com o Fates Warning e com o Iron Maiden. No entanto, quando se administra bem o problema, não há maiores conseqüências”, explica.

Mas e quanto à performance de Roy? “Bem, o estilo que Roy desenvolvia no Conception era diferente, mas, se você ouvir nossos discos anteriores e o “Siége Perilous”, vai ver que ele se encaixou perfeitamente na banda”, diz Thom, convicto. “Não queríamos substituir Mark [Vanderbilt, antigo vocal] com um cara que soasse exatamente igual a ele, porém não queríamos alguém que desfigurasse completamente o Kamelot”. Bem, isso quer dizer que vocês chegaram onde queriam? “Oh, sim. Khan conseguiu alcançar um meio termo que nos deixou bastante satisfeitos”, afirma o guitarrista. E é isso aí. É só dar uma escutada no terceiro álbum de estúdio do grupo que dá pra ver a qualidade. Um metal épico de responsa mesclado a letras incrivelmente inteligentes. A começar pelo título. “Siége Perilous”, como explica o próprio Thom Youngblood, “significa ‘assento perigoso’ e vem do próprio conceito medieval de Kamelot, em que a grande távola redonda era cercada de assentos dos assessores do rei que, por sua vez, ficava no assento principal, o trono.”

É, sem dúvida, o Kamelot é uma banda que tem muito a mostrar. E os fãs da banda tem muito a ganhar. Depois de “Siége Perilous”, resta esperar pelo próximo lançamento da banda que promete ser ainda superior. É torcer os dedos esperar pra ver.


1995 – Eternity: Download

1997 – Dominion:
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1998 – Siége Perilous:
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2000 – The Fourth Legacy:
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2001 – Karma:
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2003 – Epica:
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2005 – The Black Halo:
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2007 – Ghost Opera:
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