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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Casa das Máquinas

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Grupo musical que se originou em 1972, quando Netinho e Aroldo (ex-integrantes do grupo OS INCRÍVEIS), descontentes com o rumo comercial que o grupo estavam tomando, juntamente com outros músicos de garra (Carlos Geraldo, Pique e Pisca) resolveram unir-se com o intuito de fazer outro tipo de "som" que fosse mais artístico e menos comercial.

O grupo original nasceu de um desmembramento da banda OS INCRÍVEIS, sendo Netinho e Aroldo (baterista e guitarrista, respectivamente) os primeiros a iniciar o grupo. Depois então vieram os outros integrantes: Carlos Geraldo, Pisca e Pique (antes de ingressar na banda do CASA DAS MÁQUINAS, Pique tocava com Roberto Carlos).

A banda se desfez em 1978, quando houveram acusações contra o grupo de que teriam culpa por um triste episódio, onde um cinegrafista da Rede Record faleceu; Além dos discos oficiais já citados, existe ainda um pirata gravado no mesmo ano da dissolução da banda; O disco foi gravado em Santos - SP, em abril de 1978; Traz as músicas de maior sucesso da banda; Recomendado apenas para os fãs mais assíduos; O grupo original era formado por: Netinho (bateria e percussão), Aroldo (guitarra, violão e vocal), Carlos Geraldo (baixo e vocal), Pisca (guitarra, violão e vocal) e Pique (saxofone, piano, órgão e flauta); No 3º LP, houveram algumas modificações: Aroldo, Carlos Geraldo e Pique saíram; Entraram: Simbas (líder vocal), Marinho (piano acústico, piano fender, minimoog, Eika strings) e João Alberto (baixo); João Alberto entrou para o grupo após a gravação do 3º disco do CASA; Marinho entrou no lugar de Pique; O único disco que o integrante João Alberto participou e gravou foi o LP pirata do show realizado na cidade de Santos/SP.

Em dezembro de 2003, Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do público foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin) no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito. A formação que se apresentou no festival do dia 3 de fevereiro de 2008 contou com Netinho seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faíska.


1974 - Casa das Máquinas: Download

1975 - Lar de Maravilhas:
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1976 - Casa de Rock:
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1978 - Ao Vivo em Santos:
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2007 - Ensaio 2007:
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A Chave do Sol

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A Chave do Sol é uma banda de Hard Rock formada em 1983. na cidade de São Paulo, e integrado por Fran (vocal), Rubens (guitarra), Tigueis (baixo) e Zé Luís (bateria). Seguia uma linha "fusion", isto é, misturava o rock com elementos do jazz. O grupo sempre teve um bom número de seguidores, mas também sempre foi uma banda tediosa para muitos fãs de música pesada no Brasil, que não suportavam a maneira e característica das composições do grupo. Em 1984, saiu o primeiro lançamento da banda em LP, o compacto "Luz", simplesmente um single que serviu para colocar a banda no cenário, mas naquele momento, sem tanto fervor em torno do seu trabalho. A banda chegou a lançar outro compacto no ano seguinte, o EP em LP "Same". Somente em 1987, dois anos após o lançamento de "Same" que saía finalmente o 'debut' do grupo, "The Key". Infelizmente para os fãs a banda encerrou suas atividades. O guitarrista da banda, Rubens Góia com fim da banda, entrou para o Patrulha do Espaço. Já o baterista foi tocar com a cantora pop Rita Lee. Já o baixista e o vocalista, criaram uma nova banda na mesma linha do A Chave de Sol, o grupo também de hard rock The Key.


A Chave do Sol/Luz

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01. Luz
02. 18 Horas
03. Anjo Rebelde
04. Um Minuto Além
05. Segredos
06. UFOS
07. Crisis (Maya)
08. Ímpetos




The Key

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01. A Woman Like You
02. Sweet Caroline
03. Change My Evil Ways
04. Keep Me Warm Tonight
05. Profecia
06. Sun City
07. Lírio de um Pantanal
08. A Chave é o Show




A New Revolution

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01. Welcome
02. We Hear the Call
03. Before the Bridge Falls Down
04. Storm Clouds
05. Pretty Old Lover
06. Empty Bed
07. Waiting for Tomorrow
08. This is My Way
09. A New Revolution

Diesel - Rock in Rio III

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O Palco Mundo contou com a abertura da banda Diesel, vencedora da Escalada do Rock, concurso que colocaria as oito bandas classificadas para tocar no festival, sendo que o primeiro colocado teria direito a um espaço no Palco Mundo e as outras na Tenda Brasil.

Com 125 mil pessoas presentes, a competente banda mineira teve sua chance de despontar para o sucesso parcialmente queimada pela confusão ocorrida na entrada da Cidade do Rock, que levou ao cancelamento do show após quatro músicas (composições próprias e em inglês) que somaram pouco mais de 15 minutos de show. Aparentemente a direção do festival preferiu interromper a apresentação para diminuir a ansiedade do público que se aglomerava para entrar no único dia de lotação esgotada do festival.

Formada em 1997 na cidade de Belo Horizonte (MG) por Gustavo Drummond (guitarra e voz), Jean Dolabella (bateria), Leo Marques (guitarra) e TC (baixo), a banda Diesel tem um rock pesado, nervoso, com letras bem trabalhadas. Há quem diga que os garotos saíram de um beco de Seattle, pois trabalha a influência grunge na linha de bandas consagradas como Pearl Jam, Stone Temple Pilots e Incubus.

A banda despontava no circuito alternativo do rock de São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Mudaram o nome para "Udora" e se radicaram nos Estados Unidos.



Rock in Rio III

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01. Burn My Hand
02. Drain
03. 4D
04. Plastic Smile

Lirio de Vidro

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Formada no final de 1977 pelo guitarrista Kim Kehl e o baterista Ricardo "Índio" cardoso, a banda Lírio de Vidro colecionou muitas façanhas em uma curta trajetória de apenas dois anos. Com um som pesado, influenciado pelo Blues, o Rock progressivo e até pelo Fusion, a banda teve duas formações, gravitando em torno da guitarra estridente e agressiva de Kim Kehl e a bateria super-pesada de Índio, em rocks, baladas e peças instrumentais. Em poucos meses de ensaio, a banda já havia realizado várias apresentações individuais e como grupo de abertura da banda Patrulha do Espaço, incluindo shows históricos no teatro Pixinguinha em 1978 em São Paulo e vários shows ao ar livre e em teatros na região do ABC Paulista, e passam a fazer parte da miríade de grupos que excursionaram com o show "Festival, Rock & Jeans", produzido por Oswaldo Vecchione do Made in Brazil e Luiz Carlini do Tutti Frutti, em que viajaram por vários estados do Brasil em 1979. Seu repertório, totalmente próprio, provou ser durável e muitas canções sobreviveram até hoje no repertório do guitarrista Kim Kehl, como a música "Vampiro" gravada pelo grupo Nasi & Os Irmãos do Blues e o rock pesado "Mar Metálico", gravada pela Patrulha do Espaço em seu segundo LP. Ao fim de 1979, a banda dispersou-se o núcleo formado pela dupla Kim e Índio passou a integrar o Made in Brazil, gravando o LP "Minha Vida é Rock'n Roll" em 1980. Kim Kehl ainda prosseguiu alguns anos excursionando e gravando em vários discos do Made, lançando também projetos independentes como o Mixto Quente, pela Baratos Afins em 1982, uma espécie de releitura do Lírio de Vidro. Desde então, em uma carreira que já chega a 20 anos, Kim Kehl gravou uma dezena de discos independentes e se destaca como acompanhante de vários artistas consagrados, além de tocar ainda seu projeto de rock com o grupo Os Kurandeiros. Nesta compilação estão gravações de 1978 e 1979, pelas duas formações do Lírio de Vidro, em um velho gravador de rolo Phillips dos anos 60, e é o único documento sonoro existente da banda, que pode ser considerada uma expressão típica do underground de São Paulo nos anos 70.



Lirio de Vidro

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01. Rock'N'Roll Lili
02. Vampiro
03. Tudo Isso e Muito Mais
04. Mar Metálico
05. Lírio de vidro
06. Povo
07. Rainha do Som
08. Longe Demais
09. Vem Comigo
10. Osso Duro
11. Rock Sem Cabeça
12. Cigana
13. Tira a Mão
14. Blues
15. Abertura
16. O Pirata
17. Até o Fim
18. Mecanus
19. Caindo Fora


Venus

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A história do Metal piauiense se confunde com a saga destes rapazes de Teresina. João Filho, Thyrso, Pincel e Kinha montaram o VÊNUS em 1982. No início tocavam apenas covers, mas logo começaram a compor material próprio e se apresentar ao vivo. O festival “Setembro Rock” realizado em Teresina no ano de 1984, foi a primeira grande apresentação da banda, que tocou naquele evento para um público de 2000 pessoas. No mesmo ano, o guitarrista Ico Almendra se juntou a banda. No ano seguinte gravam a primeira demo com seis faixas, mas procuravam por um vocalista mais agressivo (até então o guitarrista Thyrso cantava) e encontraram: Kleber (ex WAGARK). Começaram as gravações do primeiro álbum em 1986, porém, o novo vocalista deixaria a banda antes do fim dos trabalhos, tendo Thyrso que voltar a cantar. Mais tarde seria a vez de João Filho assumir os microfones. Com ele a banda viajaria ainda em 1986 para São Paulo a fim de promover o álbum e por lá fizeram dois shows, os quais inclusive, foram filmados oficialmente! Neste mesmo ano, tocaram novamente no Festival “Setembro Rock” ao lado de nomes como A CHAVE DO SOL, MEGAHERTZ entre outros. O Vênus encerraria suas atividades ainda no final de 1986. Mais tarde, Thyrso e Ico Almendra fariam parte do Line-up do AVALON e posteriormente Thyrso integraria o SCUD… Os pioneiros do VÊNUS, sem sombra de dúvida, conseguiram realizar um grande feito ao lançar um LP em 1986. Hoje este disco com sua capa primitiva, som ruim, mas com um bom metal oitentista que mais parece uma demo prensada em vinil, é um raríssimo item de colecionador e ocupa lugar de destaque na história do metal brasileiro.



Venus

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01. Babão
02. Solta o Vírus
03. Existência
04. Cinza
05. Metal
06. Misticismo
07. Elos de Nossa Utopia
08. Armagedom