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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Nação Zumbi

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Nação Zumbi (antes conhecido como Chico Science & Nação Zumbi até 1997) é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. Nação Zumbi, ao lado de bandas como Raimundos e Planet Hemp, foi responsável pela "abertura de portas" para o rock dos anos 90, sendo uma das mais influentes bandas de todos os tempos. No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama, tornando-se assim um dos principais movimentos e banda dos anos 90 no Brasil, lutando por melhorias sociais na vida da população, não só de Recife e do Estado do Pernambuco, mas como de todo cidadão brasileiro. A presença da tecnologia é uma marca do movimento, que engajava-se para a melhor exploração do mangue e alertando a todos que ali encontra-se os Caranguejos com cérebro, sempre antenados. No dia 2 fevereiro de 1997, Chico Science faleceu devido a um acidente de carro quando seguia de Olinda para Recife. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já tocava alfaia na banda.


1994 - Da Lama ao Caos: Download

1996 - Afrociberdelia:
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1998 - CSNZ:
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2000 - Rádio S.AMB.A:
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2002 - Nação Zumbi:
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2005 - Futura:
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2007 - Propagando:
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2007 - Fome de Tudo:
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Marcelo Nova - Ao Vivo no Estúdio Showlivre.com

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01. Faça a Coisa Certa
02. Hoje
03. Ainda Não Está Escuro
04. Estranho no Ninho
05. Passatempo
06. A Ferro e Fogo
07. Quando Eu Morri


O cantor e compositor Marcelo Nova foi o destaque do Estúdio Showlivre (www.showlivre.com) transmitido ao vivo no dia 15 de dezembro de 2011.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Zero

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O ZERØ surge em 1983, quando o designer e vocalista Guilherme Isnard (ex-Voluntários da Pátria) une-se aos arquitetos Beto Birger (baixo), Claudio Souza (bateria), Gilles Eduar (sax), Fabio Golfetti e Nelson Coelho (guitarras). Essa formação dura dois anos e rende, além de uma participação na coletânea "Os Intocáveis" da Deck Discos e no LP "Remota Batucada" de May East (na gravação de “Caim e Abel”), a gravação do compacto “Heróis - 100% Paixão” de 1984 pela extinta CBS (atual Sony Music),

Em 1985 Guilherme reestrutura a banda com Eduardo Amarante (ex-Agentss e Azul 29) na guitarra, Ricky Villas-Boas (ex-Joe Euthanázia) no baixo, Freddy Haiat (ex-Degradée) nos teclados e Athos Costa (ex-Tan-Tan Club) na bateria. Em 1986 lançam pela EMI/Odeon o LP "Passos no Escuro", que estoura as músicas “Agora eu Sei" e "Formosa" nas rádios de todo o Brasil conferindo ao grupo um Disco de Ouro por mais de 200 mil cópias vendidas.

1987 é o ano de "Carne Humana" com os hits "Quimeras" e "A Luta e o Prazer" e mudança na formação: sai Athos e entra Malcolm Oakley (ex-Azul 29 e Voga) na bateria. Essa boa fase culmina na abertura dos shows da cantora Tina Turner no estádio do Pacaembu/SP e no Maracanã/RJ, para um público de mais de 300 mil pessoas. Mas em 1989 surpreendentemente e sem brigas, o ZERØ encerra as atividades com shows no Dama Xoc/SP e no Circo Voador/RJ que foi gravado ao vivo para o especial de TV “Manchete Shopping Show” da rede Manchete. O grupo ainda faz algumas apresentações para se despedir dos fãs excursionando pelo interior do país até 1992.

Paralelamente Guilherme Isnard monta a cover big band “Roxy Nights” em homenagem a Brian Ferry e Roxy Music, encarna um crooner inspirado em Sinatra, Bing Crosby e Nat King Cole para cantar standards da música americana dos anos ‘50s e ‘60s e expande seus limites dividindo o palco do SESC Pompéia/SP com Miltinho, o mestre do samba sincopado.

Em 1992 volta a morar no Rio de Janeiro e após o show solo “Rio 360°” no terraço da torre do Rio Sul, se afasta das atividades artísticas até 1996, quando retorna no espetáculo “Cassino Tropical” em homenagem ao sambista e compositor Luís Antonio. Em 1997 faz diversas apresentações do seu trabalho solo no People, Mistura Fina e Hipódromo Up (RJ). De 1998 a 99 interpreta o flautista e compositor Joaquim Antônio Callado (inventor do chorinho) no mega musical "O Abre Alas", sobre a vida da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga, sucesso nos teatros de todo Brasil.

Em 1999, comemorando seus 15 anos, o ZERØ faz algumas apresentações no Rio e em São Paulo. Para esse show Guilherme reúne a formação clássica, com Eduardo, Ricky e Freddy. Essas apresentações marcam o retorno definitivo da banda à estrada.

Com tanta movimentação e receptividade do público, o ZERØ grava em 2000 o CD "Electro Acústico", que revisita os sucessos da banda acrescido de quatro músicas inéditas. Essa gravação além dos membros da formação clássica, conta com os novatos Sérgio Naciffe – bateria e JP Mendonça – produção e teclados. Esse CD independente, sem videoclip, marketing ou divulgação, esgota 10.000 cópias só no boca-a-boca dos fãs. Esse sucesso estimula a EMI a lançar em 2003 o CD “ZERØ Obra Completa” (também esgotado) com os dois primeiros LPs compilados e remasterizados. Paralelamente Renato Donisete, com a ajuda de Fábio Golfetti, edita a raridade “Dias Melhores” pela Voice Print, com os primeiras demos da banda, participações e o primeiro compacto. Em 2004 e 2005 Guilherme Isnard participa de vários shows e eventos de revival ‘80s ao lado dos colegas Leo Jaime, Ritchie, Leoni, Kid Vinil e Paulo Ricardo entre outros.

A atual formação do ZERØ, que tem Yan França na guitarra, Jorge Pescara no baixo e Vitor Vidaut na bateria, está em turnê por todo o país e acaba de gravar o CD “Quinto Elemento” produzido por Nilo Romero, o primeiro só de inéditas em 18 anos, com previsão de lançamento em 2006.


1985 - Heróis: Download

1985 - Passos no Escuro:
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1987 - Carne Humana:
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2001 - Electro Acústico:
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2003 - Obra Completa:
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2004 - Dias Melhores:
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2007 - Quinto Elemento:
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sábado, 31 de dezembro de 2011

Nem Liminha Ouviu - Ao Vivo no Estúdio Showlivre.com

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01. M.R.O.
02. Luzes
03. Rock Europeu
04. Outono
05. Tão Perto
06. Incógnito
07. Jovens Ateus
08. Nicotina
09. Adeus Buck Rogers
10. Armadilha


Nem Liminha Ouviu foi o destaque do Estúdio Showlivre (www.showlivre.com) transmitido ao vivo no dia 15 de dezembro de 2011.

O projeto busca homenagear os arquitetos do rock brasileiro. A banda traz aos palcos uma interpretação na voz de Tatola (ex Não Religião) das bandas: Muzak, Cabine C, Fellini, Nau, Violeta de Outono, Inocentes, Não Religião, GUETO, Escola de Escândalo, 365, Varsóvia, Replicantes e outras mais.

Nem Liminha Ouviu é formado por Tatola (voz), Weco (guitarra), Marcão (baixo), Jacaré (bateria) e Gabriel (guitarra).

Simple Plan - Ao Vivo no SWU 2011

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01. Shut Up
02. Can't Keep My Hands Off You
03. Jump
04. When I'm Gone
05. Addicted
06. You Suck at Love
07. Your Love is a Lie
08. Astronaut
09. Fuck You/Dynamite/Raise Your Glass
10. Jet Lag
11. Welcome to My Life
12. I'd Do Anything
13. Perfect


Show realizado no Parque Brasil 500 (Paulínia/SP) em 13 de novembro de 2011.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Crucis - Cronologia

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01. Todo Tiempo Posible
02. Mes
03. Corto Amanecer
04. La Triste Visión del Entierro Propio
05. Irónico Ser
06. Determinados Espejos
07. Recluso Artista
08. No Me Separen de Mí
09. Los Delirios del Mariscal
10. Pollo Frito
11. Abismo Terrenal


Crucis foi uma banda de rock progressivo da Argentina formado em 74, e era centrado em torno do baixista e vocalista Gustavo Montesano e do tecladista Daniel Oil. Eles tinham boas relações com os outros grupos do cenário progressivo portenho, e lançariam em 76 o álbum “Crucis”, seu disco de estreia, que contou com a ajuda de um ex-integrante, José Luis Fernández, do Máquina de Hacer Pájaros, e também e também do genial Charly García do Sui Generis, uma das lendas do rock argentino.

O primeiro trabalho foi recebido com entusiasmo, e o sucesso levou o Crucis a uma posição de liderança entre as bandas de rock argentinas, junto do próprio Sui Generis. Com tudo isso, o grupo seguiu logo para a gravação de um segundo álbum, “Los Delirios del Mariscal”, que foi mixado nos Estados Unidos e lançado em grande estilo no Estádio Luna Park de Buenos Aires, em 77.

O novo trabalho teve um grande impacto e eles até chegaram a realizar uma rápida tour pelos Estados Unidos, onde o seu virtuosismo foi elogiado. Tudo parecia indicar uma carreira brilhante para o grupo, mas eles acabariam se separando pouco tempo depois, tornando-se outra daquelas esperanças frustradas da história do rock.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Assim Assado: Tributo ao Secos e Molhados

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1. Sangue Latino - Nando Reis
2. O Vira - Falamansa e Maskavo
3. O Patrão Nosso de Cada Dia - Toni Garrido
4. Amor - Ira
5. Primavera nos Dentes - Eduardo Dussek
6. Assim Assado - Capital Inicial
7. Mulher Barriguda - Pitty
8. El Rey - Matanza
9. Rosa de Hiroshima - Arnaldo Antunes
10. Prece Cósmica - Raimundos
11. Rondo do Capitão - Pato Fu
12. As Andorinhas - Marcelinho da Lua
13. Fala - Ritchie

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Som Nosso de Cada Dia

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Formado nos anos 70 em São Paulo, o grupo adotou o estilo rock progressivo, com elementos de psicodelismo. Com integrantes diversos (Manito, Pedrinho, Marcinha, Egídio, Dino Vicente, Rangel), atuou como trio na maior parte do tempo. Um deles, o saxofonista Manito, fazia parte, nos anos 60, da banda Os Incríveis, uma das mais populares da Jovem Guarda. O primeiro dos dois discos lançados pela banda é o mais famoso. "Sneg", de 1974, é considerado um dos clássicos do rock brasileiro dos anos 70. O Som Nosso de Cada Dia chegou a abrir um show de Alice Cooper no Maracanãzinho.


1974 - Snegs: Download

1975 - A Procura da Essência:
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1977 - Som Nosso:
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Marcelo Nova

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Roqueiro baiano, ganhou projeção nacional como cantor e líder da banda Camisa de Vênus, nos anos 80. Com o fim do grupo, iniciou carreira solo, e intensificou a parceria com o também baiano e roqueiro Raul Seixas. Juntos, fizeram dezenas de shows pelo Brasil, dez músicas e um disco, "A Panela do Diabo". Nova também montou outras bandas, como a Envergadura Moral, com quem lançou um LP em 88, com mais baladas que rocks. Em 91 sai "Blackout", um disco acústico, lançado anos antes de esse formato cair nas graças dos artistas de rock/pop. "Sessão Sem Fim" (94) não teve boas vendas, mas em "Eu Vi o Futuro, Baby, Ele É Passado" fez uma releitura de seus maiores sucessos, desde os tempos do Camisa de Vênus. Em 99 lançou dois álbuns ao vivo, "Grampeado em Público" volumes I e II. Em 2001, completando 50 anos, lançou a caixa com 3 CDs "Tijolo na Vidraça", que traz vinte novas faixas além de antigos sucessos.


1988 - Marcelo Nova & A Envergadura Moral: Download

1989 - A Panela do Diabo:
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1991 - Blackout:
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1994 - A Sessão Sem Fim:
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1998 - Eu Vi o Futuro, Baby. Ele é Passado:
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1999 - Grampeado em Público:
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2001 - Tijolo na Vidraça:
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2003 - Em Ponto de Bala:
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2006 - Galope do Tempo:
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Made in Brazil

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Made in Brazil é uma das bandas de rock mais antigas em atividade no Brasil. Formada em 1967 no bairro da Pompeia, na cidade de São Paulo pelos irmãos Oswaldo Vecchione e Celso Vecchione.

O primeiro disco "Made in Brazil" de 1974, famoso disco conhecido como o "Disco da Banana" (pois trazia o desenho de uma banana na capa principal), cultuado até hoje como um dos melhores discos de rock da década de 70, trazia um rock vigoroso e com vocais muito bem elaborados por Cornelius ("Cornélius Lucifer"). Esse disco conta ainda com o baterista Rolando CastelloJunior que logo depois formaria a Patrulha do Espaço.

Em 1975 é lançado "Jack o Estripador", disco já com Percy Weiss nos vocais e Ezequiel Neves na produção, e muitas músicas que fizeram sucesso durante muito tempo, embalando a trilha sonora de muitos jovens na época como Jack o Estripador, Quando a Primavera Chegar, Batatinhas etc... "Minha Vida é o Rock'n Roll", outro disco do final da década de 70, já traz o próprio Oswaldo como vocalista principal além de baixista, função essa que exerce até hoje. Logo depois lançam um disco ao vivo com o nome de "Pirata".

O Made in Brazil tem uma particularidade que o colocou no "Guinness" o Livro dos Recordes: é a banda em atividade que teve o maior número de formações do mundo (são mais de 200).

Hoje, com a formação contando com Oswaldo (vocal e baixo), Celso (Guitarra), Tony Babalu (Guitarra) e Hommer (Bateria), eles ainda incendeiam as casas de shows onde se apresentam e lançam discos como "Massacre", lançado em 2005 e muito esperado pelos fãs. "Massacre" foi gravado originalmente em 1977, mas o disco todo foi censurado na época e acabou só vindo a público em 2005.


1974 - Made in Brazil: Download

1976 - Jack, O Estripador:
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1978 - Paulicéia Desvairada:
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1980 - Minha Vida é Rock 'N' Roll:
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1985 - Deus Salva ... O Rock Alivia:
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1986 - Made Pirata:
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1992 - Made in Blues:
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1998 - Sexo, Blues & Rock'N'Roll:
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2000 - Fogo na Madeira:
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2001 - Fogo na Madeira 2:
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2005 - Massacre:
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2008 - Rock de Verdade:
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domingo, 25 de dezembro de 2011

Os Paralamas do Sucesso

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Herbert Lemos de Souza Vianna (João Pessoa/PB, 4/05/61, vocais, guitarra, violão), Felipe de Nóbrega Ribeiro (Bi, Rio de Janeiro, 30/03/61, guitarra) e João Alberto Barone Reis e Silva (Rio de Janeiro, 5/08/62, bateria) tocam juntos pela primeira vez no DCE da Universidade Rural do Rio de Janeiro, em 82. Barone substitui Vital José de Assis Dias 15/03/60, São Luís/MA, bateria), que ensaiava há alguns meses com Herbert e Bi, amigos de infância - Em abril de 83, assinam com a Emi-Odeon e lançam um compacto de sucesso: "Vital E Sua Moto". O LP vem a seguir e emplaca mais um hit: "Cinema Mudo" - A execução maciça de "Óculos" puxa a vendagem de O Passe Do Lui, que tem quase todas as suas faixas tocadas em rádio no ano de 84 - A consagração definitiva acontece com a apresentação no Rock In Rio, em janeiro de 85 - Selvagem?, o LP seguinte, marca uma nova fase, com maior ênfase para os ritmos negros. O ano de 87 é gasto com apresentações fora do Brasil. Em julho, tocam no Festival de Montreux, seguindo para uma apresentação no Olympia de Paris. Ao mesmo tempo, é lançada na Europa uma coletânea com faixas do segundo e terceiro LPs - D, um registro da performance do grupo em Montreux, é o primeiro LP com a participação do tecladista João Fera - Em janeiro de 88, o grupo repete no Hollywood Rock o êxito do Rock In Rio - O LP seguinte, Bora Bora, é mixado em Londres. O projeto de um compacto com produção de David Byrne é adiado. Em vez disso, Herbert acaba sendo convidado a cantar em "Office Cowboy", faixa de Rei Momo, LP solo do líder dos Talking Heads. No final de 89, fazem mais algumas apresentações na Europa, antes do lançamento de Big Bang.

FRASES: "O sucesso traz mais coisas ruins do que boas. Qualquer bundinha que você mostra já sai no jornal. Você também tem o direito de cair na sarjeta, bêbado, como outra pessoa qualquer." "É meio chato dizer que foi lá fora e arrebentou. Mas na verdade a gente foi lá fora e arrebentou" (Herbert Vianna).


1983 - Cinema Mudo: Download

1984 - O Passo do Lui:
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1986 - Selvagem?:
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1987 - D:
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1988 - Bora-Bora:
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1989 - Big Bang:
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1991 - Os Grãos:
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1994 - Severino:
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1995 - Vamô Bate Lata (Ao Vivo):
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1996 - Nove Luas:
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1998 - Hey Na Na:
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1999 - Acústico MTV:
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2002 - Longo Caminho:
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2004 - Uns Dias (Ao Vivo):
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2005 - Hoje:
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2008 - Paralamas e Titãs Juntos e Ao Vivo:
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2009 - Brasil Afora:
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sábado, 24 de dezembro de 2011

Barão Vermelho

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Agenor de Miranda Araújo Neto (Cazuza, Rio de Janeiro 4/04/58, vocais), Roberto Frejat (Rio de Janeiro, 21/05/62, vocais, guitarra), André Palmeira Cunha (Dé, Rio de Janeiro, 4/06/65, baixo), Maurício Carvalho de Barros (Rio de Janeiro, 8/04/64, teclados) e Flávio Augusto Goffi Marques (Guto, Rio de Janeiro, 9/08/62, bateria) começam a ensaiar em 81 - No ano seguinte, assinam com a Som Livre - gravadora dirigida por João Araújo, pai de Cazuza - Em outubro de 82, lançam o LP Barão Vermelho, que não chega a vender dez mil cópias - O álbum seguinte passa despercebido, até que Ney Matogrosso regrava com sucesso uma de suas faixas, "Pro Dia Nascer Feliz". Logo, as rádios passam a executar a versão original do Barão, que se transforma em seu primeiro hit - "Bete Balanço", tema de filme, é uma das músicas mais tocadas de 84. O hit impulsiona a venda do LP Maior Abandonado - O Barão participa do Rock In Rio em 85. Em agosto desse ano, durante as gravações do quarto LP, Cazuza decide abandonar a banda. Frejat assume os vocais - Declare Guerra, primeiro álbum do grupo sem Cazuza, é um fracasso comercial, assim como Rock´N´Geral, lançado em 87 - Maurício Barros sai antes das gravações de Carnaval, que consegue melhorar a vendagens - Em 90, o Barão toca na segunda edição do Hollywood Rock. Ainda nesse ano, Dé é substituído por Dadi (ex-A Cor do Som, ex-Novos Baianos), e o grupo incorpora dois novos integrantes: Fernando Magalhães (Rio de Janeiro, 21/04/64, guitarra) e Paulo Pizziali (Peninha, Rio de Janeiro, 1/06/90, percussão). Em setembro, lançam Na Calada da Noite, um LP com maior ênfase no lado acústico da banda.

FRASES: "Acho que foi a melhor coisa que aconteceu para o Barão. Passamos a ocupar espaços que ele preenchia, porque éramos acomodados" (Frejat, sobre a saída de Cazuza). "Na época fomos jogados às baratas, só porque saiu o vocalista e letrista" (Guto Goffi).


1982 - Barão Vermelho: Download

1983 - Barão Vermelho II:
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1984 - Maior Abandonado:
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1985 - Ao Vivo (Rock in Rio):
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1986 - Declare Guerra:
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1987 - Rock 'N Geral:
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1988 - Carnaval:
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1989 - Ao Vivo:
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1990 - Na Calada da Noite:
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1992 - Supermercados da Vida:
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1994 - Carne Crua:
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1996 - Album:
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1998 - Puro Extase:
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1999 - Balada MTV:
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2004 - Barão Vermelho:
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2005 - Ao Vivo MTV:
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

PJ Harvey

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Polly Jean Harvey (Dorset, 9 de Outubro de 1969) é uma cantora britânica, considerada uma das mais importantes artistas de sua geração e um dos ícones do rock da década de 1990, influenciando vários artistas de sua época e posteriormente.

Nascida na região do Dorset, na Inglaterra, PJ cresceu na zona rural e trabalhava na propriedade rural de seus pais. Dentre muitas tarefas, Polly castrava ovelhas.[2] No fim da adolescência mudou-se para Yeovil, onde cursou faculdade e começou a formar sua carreira musical.

PJ baseia seu trabalho em criar contos fictícios sobre os mais variados temas, sempre prezando por explorar atmosferas densas, que vão desde canções lo-fi, ásperas e pesadas, até climas lúgubres, obscuros e delicados como no seu álbum White Chalk de 2007. Polly declara que seu maior objetivo é sempre não se repetir e produzir trabalhos antônimos a seus antecessores.

PJ em Atenas, 2008.No íncio de sua carreia, Polly Jean formava um trio com o baterista Rob Ellis e o baixista Stephen Vaughan. O conjunto, porém, levava o nome da vocalista, pois segundo Polly, era evidente que seria mais um projeto temporário do que uma banda. Seu álbum de estréia, Dry, de 1992 rendeu a cantora popularidade no Reino Unido e sua imagem masculinizada, devido a seu isolamento no Dorset, onde convivia com uma presença masculina maior, aliada a suas canções, criaram um rótulo feminista para PJ, que admite que na época, sob um ponto de vista, seu trabalho poderia sim ser considerado como engajado em causas femininas.

Naquela época, PJ explorou temas intrínsecos à sexualidade feminina - e ganhou notoriedade aos 21 anos ao retratar com maturidade e sinceridade temas complexos de forma crua e direta.

Em 1993, o trio lança o álbum Rid Of Me, um dos mais importantes e influentes trabalhos da carreira da cantora. Com uma atmosfera pesada e canções agressivas, sobre possessividade, loucura e vários temas de comportamentos humanos extremos, Polly diz que tinha em mente fazer um trabalho para definitivamente dizer não a quaisquer moldes em que deveria se encaixar na indústria fonográfica.

Em 1998, lança Is This Desire?, e nesse mesmo ano, estreou-se como actriz no filme de Hal Hartley, The Book of Life. No seu álbum seguinte, muito adequadamente intitulado Stories From The City, Stories From the Sea , de 2000, misturam-se temas de trash alternativo ("Big Exit", "Kamikaze") com baladas sombrias.

A Woman A Man Walked By chega em 2009, o álbum é o segundo que Harvey e John Parish editam creditados em conjunto. A cumplicidade musical existe desde os anos 80, em que Harvey colaborava com os Automatic Dlamini.

Em 2011 edita Let England Shake, álbum com que vence novamente o Mercury Prize, tornando assim PJ na única artista a vencer o prémio duas vezes.


1992 - Dry: Download

1993 - Rid of Me:
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1993 - 4-Track Demos:
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1995 - To Bring You My Love:
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1996 - Dance Hall at Louse Point:
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1998 - Is This Desire?:
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2000 - Stories from the City, Stories from the Sea:
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2004 - Uh Huh Her:
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2004 - iTunes Originals:
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2006 - The Peel Sessions 1991–2004:
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2007 - White Chalk:
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2009 - A Woman A Man Walked By:
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2011 - Let England Shake:
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O Terço

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O Terço foi um grupo musical brasileiro formado no Rio de Janeiro em 1968 por Jorge Amiden (baixo), Sérgio Hinds (guitarra) e Vinícius Cantuária (bateria).

Segundo Sérgio Hinds, a palavra terço foi escolhida como nome da banda porque é uma medida fracionária que corresponde a três ou a “terça parte de alguma coisa”, como num rosário. O Terço caiu como uma luva devido a primeira formação da banda, que era a de trio (guitarra, baixo, bateria). Inicialmente, o nome escolhido tinha sido “Santíssima Trindade”, mas para evitar atritos com a Igreja Católica, foi adotado “O Terço”.

Nos primeiros trabalhos misturando rock tradicional com música clássica e psicodelismo, além de vocais bem elaborados, o grupo colecionou vitórias em festivais de músicas: 1º lugar no “Festival de Juiz de Fora” com “Velhas Histórias”, de Renato Corrêa e Guarabyra e 3º de 4º lugares em duas edições do “Festival Internacional da Canção” (FIC), respectivamente com “Tributo ao Sorriso” e “O Visitante”.

Depois do primeiro disco, se tornou um quarteto, incorporando Cesar de Mercês como baixista. Pouco tempo depois Amiden deixa o grupo, que volta a se tornar um trio. Mas a fase de maior repercussão foi aquela em que estiveram na banda Luiz Moreno (bateria), Sérgio Magrão (baixo) e Flávio Venturini (teclados e viola), estes dois últimos futuros criadores do grupo mineiro 14 Bis, de grande repercussão nos anos 80.

Além dos componentes efetivos da banda, participaram dos seus trabalhos, como músicos ou como compositores, diversos artistas que futuramente se tornariam famosos: Sá & Guarabyra, Márcio Borges e Murilo Antunes (mais conhecidos como parceiros de Milton Nascimento e de toda a turma do Clube da Esquina em diversas composições).

Apesar de ter sido desativado após 1978, o grupo se reuniu periodicamente, com formações diversas, para a gravação de novos trabalhos. De um modo geral sua obra fez e faz mais sucesso no exterior do que no próprio Brasil.


1970 - O Terço: Download

1972 - O Terço:
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1975 - Criaturas da Noite:
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1976 - Casa Encantada:
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1978 - Mudança de Tempo:
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1983 - Som Mais Puro:
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1990 - O Terço:
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1992 - Time Travellers:
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1994 - Live at Palace:
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1996 - Compositores:
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1998 - Spiral Words:
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1999 - Tributo à Raul Seixas:
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2007 - Ao Vivo:
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pupilas Dilatadas - Antes Nunca Do Que Tarde

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01. Planeta Estranho
02. C.P.F. Zero Zero
03. O Dia Que Sid Moreira Morreu
04. A Lei é a Lei
05. Militar Não! Muito Obrigado
06. Uma Bomba Nuclear Pode Estragar Todo o Seu Dia
07. Maníaco Depressivo
08. Psicose
09. Porões & Garagens
10. Superavit de Ódio
11. Mais Uma Noite
12. Não Existe Vida


Banda de punk rock, formada em julho de 1984, na zona norte de Porto Alegre/RS. Participou de quatro coletâneas em vinil e lançou o compacto duplo Experience, nos anos oitenta. Fêz inúmeros shows e participou de vários festivais no RS, SC, PR, SP, RJ e MG. A formação é a seguinte: Felipe Messa na guitarra e vocal, Rogério Bittencourt na bateria e backing vocal e Paulo Arenhart no baixo. As principais influências da banda são: Sex Pistols, Ramones, The Clash, Os Replicantes, Os Inocentes, The Stooges, Velvet Underground e MC5.