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sábado, 5 de março de 2011

HIM

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Criada em 1991, a banda finlandêsa HIM (que quer dizer: His Infernal Majesty) é formada por Ville Valo (vocal), Migé (baixo), Lily (guitarra), Burton (teclados) e Gas (bateria), sendo que Ville, Migé e Lily estão na banda desde o início, enquanto que Burton e Gas substituíram antigos integrantes.

A banda nasce com uma proposta inovadora de unir sentimento a guitarras pesadas, fazendo um som único que pode ser, genericamente, chamado de Love Metal, mas que não pode ser precisamente definido. A voz penetrante e inconfundível de Valo consegue transmitir uma melancolia única às melodias que o HIM toca.

O primeiro album da banda, entitulado “Greatest Love Songs Vol. 666″, trouxe canções que oscilavam entre o amor e a morte numa mistura vibrante de metal com doces melodias. Neste mesmo albúm, a banda regravou “Wicked Games”, música que fez sucesso no passado na voz de Chris Isaak. Quando perguntado sobre o porquê de ter relançado essa música, Valo responde: “Eu posso relatar o sentimento dessa música, ela tem o mesmo tipo de melancolia que você encontra nas nossas músicas. Resumindo, nós temos muito mais em comum com um cara como o Chris Isaak do que com qualquer banda de testosterona-heavy metal.”

Posteriormente, em 2000, gravaram o albúm “Razorblade Romance”, nos estúdios Rockfield e produzido por John Fryer. Neste albúm, encontramos alguns dos maiores sucessos do HIM: “Poison Girl”, “Join Me”, “Right Here in My Arms”, entre outras.

Os próximos albúns, “Deep Shadows And Brilliant Highlights” e “Love Metal” só viriam a confirmar a qualidade da banda, o que lhes rendeu fama e espaço na mídia para novos trabalhos.


1993 – This Is Only the Beginning EP: Download

1996 – 666 Ways to Love: Prologue EP:
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1997 – Greatest Lovesongs Vol. 666:
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1999 – Razorblade Romance:
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2001 – Deep Shadows and Brilliant Highlights:
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2003 – Love Metal:
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2005 – Love Metal Archives Vol.1:
Download Parte 1 / Download Parte 2 / Download Parte 3 / Download Parte 4

2005 – Dark Light:
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2006 – Uneasy Listening, Vol. 1:
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2007 – Uneasy Listening Vol. 2:
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2007 – Venus Doom:
Download Parte 1 / Download Parte 2

2008 – Digital Versatile Doom:
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2010 – Screamworks: Love in Theory and Practice, Chapters 1–13:
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2010 – SWRMXS:
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Ministry

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A banda foi formada em 1981 por Alain Jourgensen, filho de refugiados cubanos. Musicalmente falando o Ministry começou synth pop, sendo um pioneiro do estilo nos EUA. Após lançar alguns compactos pelo selo Wax Trax!, a banda assina com uma gravadora grande (a Arista Records) e lança With Sympathy. Apesar de musicalmente competente, o álbum não teve o mesmo éxito comercial de seus contemporâneos New Romantic (Depeche Mode, Eurythmics, Duran Duran, etc). Jourgensen disse, numa entrevista à Kerrang!, que o álbum “não valia nem ser roubado” e que tinha sido gravado sob pressão da gravadora.

No ano seguinte o Ministry embarca numa turnê europea ao lado do Front 242; é aí que o som do grupo começa a ficar mais pesado. Também em 1984 Jourgensen ouve “People Are People” do Depeche Mode. Esse compacto tinha sido produzido por Adrian Sherwood, originalmente um produtor de Dub que começara a produzir bandas de Música industrial. “People Are People” era pop, mais toda sua “instrumentação” era feita de found-sounds: tubos, ferramentas, etc.

Com Sherwood à bordo, a “banda-de-um-homem-só” lança Twitch, um álbum mais denso de que o seus primeiros lançamentos, já contando com vários samplers (tendência que continuaria mais tarde). Durante a turnê do disco Jourgensen conhece Paul Barker, baixista do The Blackouts, e à partir daí forjam uma parceria que duraria quase 20 anos. Em 1987 Jourgensen têm uma epifania musical quando volta tocar guitarra. “Ninguém nunca tinha tocado Thrash metal com uma bateria eletrônica” disse, anos depois. Jourgensen nunca chegou a comentar o que realmente tinha o inspirado para tomar tal atitude. No entanto, se verificarmos o catálogo da Wax Trax!, vemos que essa gravadora de Chicago foi a responsável pelo lançamento do compacto “Envoyé” (1986), do Young Gods, nos Estados Unidos…

Em 1988, com a entrada de William Rieflin, a banda grava o influente The Land of Rape and Honey, parindo de uma só vez o Metal Industrial. Esse disco, quase dez anos depois, alcança o status de disco de ouro nos EUA. The Mind Is A Terrible Thing to Taste segue um ano depois, ainda mais “metálico” que o disco anterior. Ele foi o segundo disco de ouro do Ministry, um feito, sem dúvida, para uma música tão cáustica e agressiva. Após o lançamento do álbum mais bem sucedido de suas carreiras – Psalm 69 – e alguns fracassos (Filth Pig, The Dark Side of the Spoon, etc), Paul Baker sai da banda.

A banda ainda continua na ativa e segue em frente com grandes turnês e shows explosivos, com seu ódio declarado por George W. Bush.


1983 – With Sympathy: Download

1986 – Twitch:
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1988 – The Land of Rape and Honey:
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1989 – The Mind is a Terrible Thing to Taste:
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1990 – In Case You Didn’t Feel Like Showing Up:
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1992 – Psalm 69: The Way to Succeed and the Way to Suck Eggs:
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1996 – Filth Pig:
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1999 – Dark Side of the Spoon:
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2002 – Sphinctour:
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2003 – Animositisomina:
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2004 – Houses of the Molé:
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2006 – Rio Grande Blood:
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2007 – The Last Sucker:
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2008 – Cover Up:
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Peter Criss

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George Peter John Criscuola (Brooklyn, Nova Iorque,20 de dezembro de 1945), Mais conhecido como Peter Criss é ex-baterista da banda de hard rock Kiss.

Mais velho de uma família de cinco irmãos, Peter sempre foi bom filho, pelo menos na infancia. Aos 9 anos descobriu seu interesse pela bateria e começou a praticar. O ginásio encontraria-o um pouco menos bom filho que o costume, mais enturmado. Mas o estudo de música o manteve nos trilhos. Formou dezenas de bandas,como Os Barracudas, mas sua ambição sempre foi grande.

Aos 19 anos conheceu Lydia, casaram-se em 1970. Enquanto trabalhava como ajudante de açougueiro, colocou um anúncio na revista Rolling Stone oferecendo-se como baterista e logo foi procurado por Gene e Paul e entusiasmou-se logo com o esquema. A banda começou a fazer sucesso, sua vida virou um paraíso, estavam ricos, sempre em excursão, aonde levava Lydia, ou gravando um novo álbum. Compôs a canção "Beth" (que se iria chamar "Beck", mas Gene sugeriu a troca de nome, para não associa-la a Jeff Beck), que é um dos maiores sucesso do Kiss, até hoje. Paralelamente, seu casamento ia pouco a pouco deteriorando-se. E ele ia afundando-se nas drogas.

Em 1979 Peter separa-se de Lydia e sofre um acidente de carro. Nesse mesmo ano casou-se com a playmate Debra Svensir. Seu álbum solo também obteve bons resultados. Mas o processo era irreversível, pouco a pouco ia perdendo o interesse pelo Kiss e seus truques. Então com alguma mágoa deixa o Kiss.

Rapidamente lançou o seu primeiro disco solo, Out of Control, em 1980. Dois anos depois lançou Let Me Rock You. Em 1989 fez uma participação especial no disco de Ace Frehley (Trouble Walkin), na música Hide Your Heart (música que também foi lançada pelo Kiss no mesmo ano no disco "Hot In The Shade", essa música foi escrita por Paul Stanley) e em 1994 lançou Criss Cat #1, que contou com a participação do amigo Ace Frehley em 3 músicas. Peter teve também um projeto que teve a participação de Mark St. John.

Depois de 15 anos, Peter leva sua filha Jenilee a uma KISS Konvention, onde se encontrou com Gene. É convidado e participa do acústico do Kiss em 1995. No ano seguinte (1996) Peter estava de volta ao Kiss. Peter casou-se novamente, com Gigi, e em 2001 Peter sai do Kiss mais uma vez.

No final do ano de 2001 participou de 2 episódios da série OZ.

Peter Criss voltou para o Kiss e tocou no show do Kiss com a Orquestra Sinfônica de Melbourne na Austrália ("Alive IV") no dia 28 de Fevereiro de 2003. Tocou com o Kiss também em 3 shows no Japão em Março e em uma apresentação em Las Vegas também em Março de 2003. Participou também da turnê com o Aerosmith em 2003. Atualmente Peter não está no Kiss.


1970 - Chelsea: Download

1978 - Peter Criss:
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1980 - Out of Control:
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1982 - Let Me Rock You:
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1994 - Cat#1:
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2007 - All for One:
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Sweetheart: Our Favorite Artists Sing Their Favorite Love Songs

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01. Death Cab For Cutie - Love Song (The Cure)
02. Katy Perry - Black and Gold (Sam Sparro)
03. DeVotchKa - Hot Burrito #1 (Flying Burrito Brothers)
04. Department of Eagles - Love Me (Elvis)
05. Jessica Lea Mayfield - Words of Love (Buddy Holly)
06. Ben Bridwell - Your Love is Forever (George Harrison)
07. Kate Tucker - I’m On Fire (Bruce Springsteen)
08. Rogue Wave - Maps (Yeah Yeah Yeahs)
09. A.C. Newman - Take On Me (A-ha)
10. Jem - Yellow (Coldplay)
11. Richard Hawley - Early Morning Rain (Gordon Lightfoot)
12. Daniel Martin Moore - I Hear Music (Billie Holiday)
13. She & Him - I Put A Spell On You (Screamin’ Jay Hawkins)
14. Lila Downs - My One and Only Love (Frank Sinatra)


The Housemartins

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Formada originalmente em 1983, pelo guitarrista e vocalista Paul Heaton, pelo guitarrista Stan Cullimore, além do baixista Ted Key e o baterista Hugh Whitaker, se autodenominaram ironicamente como a "quarta melhor banda de Hull". Apesar da brincadeira e modéstia, foram verdadeiros mestres em compor grandes canções. No ano seguinte entraria Norman Cook no lugar de Ted. Pausa para mais um ano de trabalho duro. Assinam com a independente Go! Discs Records (a mesma gravadora de Billy Bragg) e meses depois conseguem um sucesso nas paradas com o terceiro single, "Happy Hour". Intitulada originalmente "French England", a canção chegou a ser número 3 na parada britânica, fazendo com que o disco de estréia, London 0 Hull 4 alcançasse a mesma posição.

Começava a comparação com o grupo de Morrissey & Marr, com quem chegaram a excursionar, como banda de abertura. Embora houvesse semelhanças nos vocais e até nas guitarras acústicas, a proposta do Housemartins era muito mais acessível, tendo como característica notável, os arranjos a cappella, ou seja, harmonizações vocais, sem instrumentos. Um dos grandes momentos do primeiro disco é uma versão arrepiante do clássico de Curtis Mayfield, "People Get Ready" (incluindo apenas na versão CD). E foi exatamente uma versão neste estilo que deu o primeiro e único número 1 nas paradas: "Caravan of Love", dos compositores Ernie Isley, Chris Jasper e Marvin Isley. Apesar de não ter escrito nenhum grande sucesso do grupo (a dupla de compositores mais consistente era Cullimore e Heaton), Norman Cook era o grande arranjador, tocando piano e chamando alguns músicos extras para as sessões de gravações. O disco vendeu a respeitável marca de 500 mil cópias na Inglaterra e o mesmo número no resto do mundo.

O estilo a cappella de "Caravan of Love" não foi para o gosto de todos os fãs Housemartins e foi até ridicularizado por alguns como um sell-out. No entanto, um material a cappella sempre fez parte do repertório da banda. "Caravan of Love" foi o primeiro realizado pela banda em sua segunda sessão John Peel em abril de 1986, anterior ao seu sucesso inicial. Por sugestão de Peel, a banda então gravou outra sessão (sob o nome The Fish City Five), composto exclusivamente de performances a cappella, e em pelo menos uma ocasião jogou ato de apoio para o seu próprio desempenho com este nome alternativo. O "Caravan of Love" único apresentou quatro canções de um a cappella evangelho no lado-B.

Com tanto sucesso foram eleitos em 1987 a melhor banda jovem do país. Apesar disso, Hugh deixa a bateria para Dave Hemingway. Influenciados por Billy Bragg, abraçaram a causa do grupo trabalhista "Red Wedge" e promovem alguns concertos no intuito de angariar fundos para o partido. Outro artista que ficaria famoso pela sua adesão ao movimento era Paul Weller, já com seu Style Council. Voltam a se reunir em estúdios e produzem mais um trabalho, o single "Five Get Over Excited", novamente um sucesso de público e crítica.

Mas os problemas já existiam. Paul havia feito "Me and the farmer" inspirado nas lutas das classes operárias. Para o segundo disco, ele preferia dar mais ênfase aos arranjos vocais, enquanto Norman queria trabalhar um pouco mais a parte experimental, testando loops e seqüenciadores nos arranjos e Stan desejava colocar mais camadas de guitarras. Paul começou a tomar atitudes dignas de um ditador, chegando ao cúmulo de editar sílabas de diferentes takes para compor uma canção, digitalmente. Simplesmente ignorava as ideias de seus companheiros, sendo o ápice da discórdia durante as gravações do vídeo para Build. A única opção comum era que a banda estava se esgotando. Ironicamente escreveram na parede do estúdio "Housemartins R. I. P." (Housemartins, descansem em paz).

Para irritar ainda mais os outros integrantes, Paul disse em uma carta ao semanário New Musical Express, que "em uma época liderada por Rick Astley, Shakin' Stevens e Pet Shop Boys, eles (os Housemartins) não eram bons o suficiente”. Após isso, o fim era a única saída. Os músicos se separaram, sendo Norman Cook o que obteve maior sucesso, com seu projeto Fatboy Slim. Como despedida, editaram uma coletânea de compactos, Now That's What I Call Quite Good em 1988.

Em agosto de 2009, a revista de música, MOJO, mostrou os membros originais The Housemartins numa reunião para uma sessão fotográfica e entrevista pela primeira vez em muitos anos. No entanto, na entrevista a todos os membros sustentou que a banda não seria a reformada.

Em dezembro de 2009, Stan Cullimore co-escreveu canções para uma série de músicas pré-escolar chamado The Bopps que apareciam de Nick Jr. no Reino Unido em abril de 2010.


1986 - London 0 Hull 4: Download Parte 1 / Download Parte 2

1987 - The People Who Grinned Themselves to Death:
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1988 - Now That's What I Call Quite Good:
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2006 - Live at the BBC:
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2007 - Soup:
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sexta-feira, 4 de março de 2011

18 Greatest Hits Live From Queen

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01. Killer Queen
02. Now I’m Here
03. In The Lap of the Gods … Revisited
04. Bohemian Rhapsody
05. Love Of My Live
06. Somebody To Love
07. We Will Rock You
08. We Are The Champions
09. Crazy Little Thing Called Love
10. Another One Bites The Dust
11. Play The Game
12. Save Me
13. Under Pressure
14. Radio Ga Ga
15. I Want To Break Free
16. One Vision
17. A Kind Of Magic
18. Who Wants To Live Forever


The Quireboys

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O Quireboys é uma banda de hard rock formado em 1984 em Londres, Inglaterra, com fortes ligações à Newcastle. Quando a banda foi formada eles foram originalmente conhecido como The Queerboys e mais tarde como o London Quireboys nos Estados Unidos.

A banda foi sucesso durante o final dos anos 1980 e início de 1990, com o seu álbum de estréia, "A Bit of What You Fancy" alcançando # 2 nas paradas do Reino Unido. Seu grande sucesso foi com a canção "Hey You ", que alcançou # 14.

Em 1993, o Quireboys acabou, mas retornou tocando ao vivo em 1995 com vários membros. Uma reforma mais permanente veio em 2001 quando o vocalista Spike, o guitarrista Guy Griffin e o baixista Nigel Mogg montam um novo line-up. A banda ainda está ativa, gravando material novo e tocando ao vivo, inclusive estiveram no Brasil em 2010.


1990 - A Bit of What You Fancy: Download

1990 - Live At Monsters of Rock:
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1993 - Bitter, Sweet & Twisted:
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2001 - This is Rock 'N' Roll:
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2003 - 100% Live 2002:
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2004 - Well Oiled:
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2007 - One More for the Road:
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2008 - Homewreckers & Heartbreakers:
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2009 - Halfpenny Dancer:
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Tool

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Tool é uma banda californiana que começou seus ensaios em 1991 e lançou seu primeiro trabalho, o EP "Opiate", em 1992. Sua formação inicial era Maynard James Keenan (vocais), Adam Jones (guitarra), Paul D'Amour (baixo) e Danny Carey (bateria). Em 1993, a banda lançou seu primeiro álbum, "Undertow", cujas principais faixas são "Prison Sex" e "Sober". Estas duas músicas mostram o trabalho do guitarrista Adam Jones como produtor de clipes, que se tornaram uma forte marca.

As músicas mantinham o peso característico do metal, reforçado pelo ótimo baterista Danny Carey, que no lançamento do segundo álbum, "Ænima" (1996) incluiu pads eletronicos ao seu kit. A formação da banda também mudou, com a saída do baixista Paul D'Amour e a entrada de Justin Chancellor. As principais faixas deste trabalho são "Stinkfist", "Eulogy", "Forty Six & 2" e "Ænema" - ganhadora do grammy em 1997 por "best metal performance".

Durante bastante tempo o quarteto se dedicou apenas aos shows, e em 2000 foi lançado um trabalho diferente, "Salival" - uma box que contém um cd com versões ao vivo, covers ("No Quarter" do Led Zeppelin), e músicas bastante experimentais, como "L.A.M.C." e "Merkaba".

Em 2001, cinco anos após o lançamento de seu segundo álbum, Tool lança "Lateralus", um marco do metal progressivo. A primeira faixa de trabalho foi "Schism", mas todas as músicas mantém o mesmo nível e qualidade, apesar da longa duração.

"Lateralus" apareceu em todas as listas de melhor album de 2001. Foi eleito pelos críticos da revista inglesa Kerrang! como o melhor álbum de 2001, e figura em lista de clássicos, recebendo comentários como "how on earth do they follow this one up?". Recentemente a banda ganhou seu segundo grammy, também de "best metal performance", pela música "Schism".

Em 2002 ano foi lançado o primeiro tributo ao Tool, no qual bandas de estilo gótico/industrial regravaram as principais músicas da banda.

O vocalista Maynard James Keenan também participa de um projeto paralelo com a banda A Perfect Circle, com a qual lançou o album "Mer de Noms" em 1999, e que em 2002 voltará aos estúdios. Além disso, já colaborou com trabalhos do Rage Against The Machine, Deftones, e estará presente também no projeto paralelo de Trent Reznor, do NIN, chamado "Tapeworn Project".


1991 - 72826 (Demo): Download

1992 - Opiate EP:
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1993 - Undertow:
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1996 - Ænima:
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2001 - Lateralus:
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2006 - 10.000 Days:
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Sugar Ray

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Sugar Ray é uma banda formada em 1992 nos Estados Unidos. Seu nome é uma homenagem ao ex-lutador de boxe Sugar Ray Leonard. No seu primeiro álbum, Lemonade and Brownies, o Sugar Ray não alcançou muito sucesso, vindo estourar depois no álbum Floored principalmente com a música Fly, que ficou entre as músicas mais tocadas em todo o mundo. Nesse álbum, a música RPM também obteve grande destaque.

A partir de Floored a banda mudou bastante seu estilo, passando a ser uma banda com batidas mais pop, mudando totalmente aquela do começo de carreira, que era classificada como uma banda de Hardcore. 14:59 também fez enorme sucesso e as músicas Every Morning, Someday, Even Though e Falls Apart estouram em todo mundo, com destaque a Every Morning, que é uma das músicas mais tocadas no final dos anos 90, sendo bastante executada até os dias de hoje.

Em setembro de 1999, a banda foi indicada pela primeira vez ao Video Music Awards, o prêmio da MTV Americana aos melhores clipes. A banda não levou mas foi muito elogiada, e provou que sabe fazer bons vídeos clipes. O Sugar Ray lançou outros álbuns, mais não conseguiu o mesmo sucesso de Floored e 14:59.


1995 – Lemonade and Brownies: Download

1997 – Floored:
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1999 – 14:59:
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2001 – Sugar Ray:
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2003 – In the Pursuit of Leisure:
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2009 – Music for Cougars:
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Kamelot

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Para todos os efeitos, os Estados Unidos não são considerados um bom mercado metal, e o público metaller já sabe disso há muito tempo. Pior ainda quando as linhas convergem para um certo estado chamado Flórida. Entretanto, por incrível que pareça, nem tudo são espinhos por lá. Bandas como Savatage e Iced Earth erguem aos céus a bandeira metal com orgulho. Só que uma outra vem se destacando imensamente. O nome? Kamelot.

Não há como negar que o nome induz qualquer um a imaginar as famosas cenas medievais de lutas e castelos e – é claro – o glorioso Rei Arthur e os não menos importantes Cavaleiros da Távola Redonda. Bem, é por aí mesmo que a banda trilha sua história (e suas composições).

Em 1991, um certo Thom Youngblood resolve se juntar a um tal de Richard Warner e formar uma banda. O então jovem guitarman Thom procura quem se interesse pelo mesmo estilo idealizado por ele e Richard, até que encontram Mark Vanderbilt para os vocais, David Pavlicko aos teclados e finalmente Glen Barry ao baixo.

Com a line-up formada, Thom, que já tinha um bom material composto com o baterista Richard, reúne a banda e entra em estúdio para, em Agosto de 1995, lançar seu primeiro disco, intitulado “Eternity”. A crítica gosta e uma pequena turnê se segue ao lançamento do álbum. A seguir, novamente período de composições e gravações, e em 1996 saía “Dominion”, que era superior ao “Eternity” tanto em questão de composições quanto no conteúdo lírico. O novo petardo uniria o bom e velho metal clássico a seqüências mais trabalhadas de música clássica e até jazz. A superioridade e crescente maturidade da banda eram latentes.

Após o lançamento de “Dominion”, o grupo se preparava para uma tour bem mais abrangente, quando infelizmente um fato bastante desconcertante se fez realidade: o baterista Richard Warner teria que trilhar caminhos diferentes do resto da banda. Quando já parecia tudo muito ruim, o vocalista Mark também teve que deixar seus companheiros… o que fazer?!

Ao mesmo tempo em que o fim parecia se aproximar do Kamelot, as coisas estavam indo bem ruins com a já consagrada banda Conception, que caminhava bem mais rápido para um fim. Como era de se esperar, então, após a usual maré de boatos que povoam o mundo metal, o grupo acabou. Thom, então, aproveitando a deixa, resolve entrar em contato com Roy Khan, que era vocalista do Conception, e marcam de fazer uma audição. Depois, com uma pequena procura, consegue achar um baterista chamado Casey Grillo.

Como as coisas foram ótimas nas audições, a formação fica estabelecida novamente com: Thom Youngblood (guit), Roy Khan (voz), Glenn Barry (baixo), David Pavlicko (teclados) e Casey Grillo (bat).

É sabido que a mudança de um vocalista sempre causa muito impacto (o Iron Maiden e o Helloween que o digam!), então toda a banda estava apreensiva pela nova mudança. Mesmo assim, a superioridade e maturidade que marcaram a banda em seu disco precedente já deixavam o fã ansiar pelo excelente trabalho que viria.

Apesar de terem se passado dois anos para que o novo disco saísse, valeu a pena esperar o tempo para mostrar ao mundo seu novo trabalho, gloriosamente intitulado “Siége Perilous”. “Olha, acho que a suprema maioria dos fãs aceitaram muito bem o Roy como a nova voz do grupo”, diz Youngblood. “A maioria já ouvia Conception, então já sabiam de suas qualidades como vocalista. É muito complicado quando um grupo muda seu frontman, pois isso afeta muito a música do conjunto. Foi o que aconteceu com o Fates Warning e com o Iron Maiden. No entanto, quando se administra bem o problema, não há maiores conseqüências”, explica.

Mas e quanto à performance de Roy? “Bem, o estilo que Roy desenvolvia no Conception era diferente, mas, se você ouvir nossos discos anteriores e o “Siége Perilous”, vai ver que ele se encaixou perfeitamente na banda”, diz Thom, convicto. “Não queríamos substituir Mark [Vanderbilt, antigo vocal] com um cara que soasse exatamente igual a ele, porém não queríamos alguém que desfigurasse completamente o Kamelot”. Bem, isso quer dizer que vocês chegaram onde queriam? “Oh, sim. Khan conseguiu alcançar um meio termo que nos deixou bastante satisfeitos”, afirma o guitarrista. E é isso aí. É só dar uma escutada no terceiro álbum de estúdio do grupo que dá pra ver a qualidade. Um metal épico de responsa mesclado a letras incrivelmente inteligentes. A começar pelo título. “Siége Perilous”, como explica o próprio Thom Youngblood, “significa ‘assento perigoso’ e vem do próprio conceito medieval de Kamelot, em que a grande távola redonda era cercada de assentos dos assessores do rei que, por sua vez, ficava no assento principal, o trono.”

É, sem dúvida, o Kamelot é uma banda que tem muito a mostrar. E os fãs da banda tem muito a ganhar. Depois de “Siége Perilous”, resta esperar pelo próximo lançamento da banda que promete ser ainda superior. É torcer os dedos esperar pra ver.


1995 – Eternity: Download

1997 – Dominion:
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1998 – Siége Perilous:
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2000 – The Fourth Legacy:
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2001 – Karma:
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2003 – Epica:
Download Parte 1 / Download Parte 2

2005 – The Black Halo:
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2007 – Ghost Opera:
Download Parte 1 / Download Parte 2


quinta-feira, 3 de março de 2011

Almost Alice

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01. Avril Lavigne – Alice
02. The All-American Rejects – The Poison
03. Owl City – The Technicolor Phase
04. Shinedown – Her Name Is Alice
05. All Time Low – Painting Flowers
06. Metro Station – Where’s My Angel
07. Tokio Hotel – Strange (feat. Kerli)
08. 3OH!3 – Follow Me Down (feat. Neon Hitch)
09. Robert Smith – Very Good Advice
10. Mark Hoppus – In Transit (feat. Pete Wentz)
11. Plain White T’s – Welcome To Mystery
12. Kerli – Tea Party
13. Franz Ferdinand – The Lobster Quadrille
14. Motion City Soundtrack – Always Running Out Of Time
15. Wolfmother – Fell Down A Hole
16. Grace Potter & The Nocturnals – White Rabbit


Estúpido Cupido

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01. Celly Campello - Estúpido Cupido
02. Demétrius - Ritmo da Chuva
03. Ronnie Cord - Biquini de Bolinha Amarelinha
04. Sérgio Murilo - Broto Legal
05. Carlos Gonzaga - Diana
06. Tony Campello - Boogie do Bebê
07. Wanderley Cardoso - O Bom Rapaz
08. Wanderléa - Pare o Casamento
09. Os Vips - A Volta
10. Ronnie Cord - Rua Augusta
11. Erasmo Carlos - Festa de Arromba
12. Os Incríveis - Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones
13. Renato e Seus Blue Caps - Menina Linda
14. Ronnie Von - A Praça
15. Golden Boys - Alguém na Multidão
16. Trio Esperança - Filme Triste
17. Milton César - Professor Apaixonado
18. Osmar Navarro - Quem É
19. Carlos Gonzaga - Oh! Carol
20. Sérgio Reis - Coração de Papel
21. Giani - Dominique
22. Wilson Miranda - Alguém é Bobo de Alguém
23. Wilson Miranda - Bata Baby
24. Jerry Adriani - Doce, Doce Amor
25. Celly Campello - Banho de Lua


Rancid

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Rancid é uma banda de Punk Rock com influências de Ska. A história do Rancid tem início com Tim Armstrong e Matt Freeman, que se conhecem desde os 5 anos de idade. E sempre foram muito amigos desde os tempos de criança, eles frequentaram as mesmas escolas, e faziam parte do mesmo grupo de amigos. Em meados de 1987 fundaram juntos uma banda de ska-punk chamada Operation Ivy, que contava tambem com Jesse Michaels e Dave Mello em sua formação. Lançaram apenas um disco de estudio. Um contrato mau sucedido com a gravadora, fez com que a banda terminasse em 1989. Quando ela acabou. Tim se envolveu com drogas e álcool e o amigo Matt achou que ele precisava de uma nova atividade para se livrar do problema. A solução foi criar uma nova banda, a Dowfall, mas infelizmente ela durou muito pouco. Matt não desistiu e montou outra, chamada Rancid.

A formação era Tim na guitarra, Matt no baixo e ambos no vocal. Logo chamaram o baterista Brett Reed, e Matt saiu da outra banda que ele fazia parte, The Gr’ups, para se dedicar somente ao Rancid. Em 1992, saiu o primeiro ‘single’, “I’m Not The Only One”, pelo selo Lookout Records. O grupo sentiu a necessidade de mais um guitarrista e chamou Lars Frederiksen, que também se tornou vocalista. Ele tocava na UK Subs, mas queria tocar em uma banda que tivesse somente interesse no puro punkrock, como era o caso da Rancid.

O álbum de estréia homônimo chegou em 1993 sem a presença de Lars e já pela nova gravadora, a Epitaph. Lars não queria receber o mérito do disco já que não estava com a banda desde o início da criação das canções. Os destaques de “Rancid” foram as canções “Get Outa My Way”, “The Bottle”, “Unwritten Rules” e “Another Night”. A banda realizou vários shows pela Europa para divulgar o disco e conquistou fãs com a forte influência do ska e fazendo a troca de vocalistas na mesma canção (o chamado Tag Team).

Finalmente, em 1994, Lars entrou em estúdio para gravar com o Rancid o single “Radio”. Ainda neste ano, chegaram às lojas o segundo algum, entitulado “Let’s Go”, considerado um clássico do grupo com a canção “Salvation”, que foi a primeira a ser tocadas nas rádios.

Mesmo sem querer, o Rancid se tornava aos poucos um grupo bem sucedido. Em janeiro de 1995, eles lançaram um novo single com “Roots Radicals” e “I Wanna Riot”, logo depois saíram em turnê pelas grandes capitais norte-americanas. Em março daquele ano entraram em estúdio por seis semanas para gravar com a pressão de repetir o sucesso do aclamado disco anterior e se superaram com o lançamento de “And Out Come The Wolves”. Disco este que é considerado por muitos como o melhor da banda.

O disco seguinte, é o “Life Won’t Wait” (1998), aclamado por uns, e odiado por outros. é o disco mais puxado pro ska. Dois anos depois, com a pressão de alguns fãs, e em clima de despedida de sua gravadora (Epitaph), eles voltaram com o punk que estavam acostumados a fazer com “Rancid” (2000). Como não podia ser diferente, alguns integrantes começaram a se dedicar a projetos paralelos. Eles ja tinham um selo pela Epitaph, o Hellcat, especializado em punk. E em 2001, Lars ainda lançou um disco com sua banda paralela, “Lars Frederiksen & The Bastards”. No ano de 2002 ainda lançaram um split com o NOFX. E em 2003 o Rancid se reuniu novamente, para lançar “Indestructible” (2003). Em novembro de 2006, o baterista Brett Reed anunciou que iria deixar a banda. E para o seu lugar foi chamado Branden Steineckert, ex-baterista da banda “The Used”. No ano de 2007, o grupo lançou um cd com b sides, entitulado “B Sides And C Sides” (2007). E em 2009 lançaram o tão aguardado album, entitulado “Let The Dominoes Fall” (2009). O primeiro com o novo baterista. Foram lançados tambem um bonus com faixas acusticas e um dvd, da gravação do album. O proximo trabalho do Rancid, cogita-se ser um novo Split, desta vez com o Dropkick Murphys, ainda sem data de lançamento.


1993 – Rancid: Download

1994 – Let’s Go:
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1995 – …And Out Come the Wolves:
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1998 – Life Won’t Wait:
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2000 – Rancid:
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2003 – Indestructible:
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2009 – Let the Dominoes Fall:
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Suicidal Tendencies

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O Suicidal Tendencies começou sua história criando muita polêmica. Era início da década de 80 e quatro jovens de origem latina, que moravam em Venice, Los Angeles, formaram o grupo. O quarteto era Mike Muir, líder do grupo, Louiche Mayorga, Grant Estes e Amery Smith. Com um visual diferente, que chamava atenção por ter inspirações nas culturas latina e negra, o grupo começou a ganhar público, de punks a skatistas.

A fama trouxe também problemas para o Suicidal. A polícia estava sempre na cola do grupo, porque os shows costumavam ser palco para brigas entre gangues. O problema se agravou com a chegada do primeiro álbum, em 1983, que levava o nome do grupo, e com a turnê que iniciaram pelos Estados Unidos. Nesta época, a banda não tinha dinheiro suficiente e muitas vezes chegaram a tocar de graça ou em troca de alguns poucos dólares.

O PMRC (Parental Music Resource), espécie de censura americana às músicas, iniciou uma perseguição ao grupo. Alegavam que o nome, a postura e as letras do Suicidal eram ofensivas. Toda a polêmica em torno deles trazia mais fãs, até que a justiça conseguiu a proibição dos shows do grupo durante cinco anos. A gravadora interviu na situação e negociou o prazo para dois anos.

Passado o recesso, o Suicidal lançou o álbum “Join the Army” e viu a música “Possessed to Skate” se tornar um sucesso. Quando parecia que tudo estava bem, Mike Muir viu seus três companheiros deixarem o grupo. Entraram no lugar Rocky George, Ralph Herrera e Bob Heathcote. O líder queria um som mais pesado ainda e sentia a falta de mais um guitarrista no grupo. Muir convocou Mike Clark para a tarefa, que se tornou grande parceiro.

Passado o período de adaptação, era hora de mostrar trabalho. O terceiro disco, “How I Will Laugh Tomorrow”, saiu e, logo em seguida, uma compilação: “Controlled by Hatred/Feel like Shit…Deja Vu”. E os problemas também voltaram, O PMRC continuou na cola do grupo e, em 1990, após muita pressão, realizaram um álbum menos polêmico, “Lights, Camera, Revolution”. Obviamente, os fãs não gostaram e os acusaram de se vender. O grupo não deu bola e, em 1992, lançou “The Art of Rebellion”, também criticado pelos fãs. A crise interna estava crescendo e alguns integrantes, inclusive o próprio Muir, começaram a se dedicar a projetos paralelos. Mais uma tentativa foi colocada nas lojas, “Suicidal for Life”, que repercutiu mal, e a banda percebeu que era hora de parar.

Foram três anos até que Muir se animou novamente e reuniu todos para lançar a coletânea “Prime Cuts”, em 1997. Era vez de preparar material novo, mas antes era preciso mudar a formação da banda mais uma vez. Em 1999, eles lançaram “Freedumb” e, no ano seguinte, “Free Your Soul and Save My Mind”. Mas a alegria dos fãs durou pouco, outro recesso estava por vir.

Em 2003, o Suicidal realizou a turnê Eastpak Resistance. A turnê acabou trazendo conseqüências para Mike Muir. No primeiro show da turnê, ele machucou a coluna. Como não queria prejudicar o grupo, acabou deixando de lado o problema e continuou a viagem. A lesão piorou e no dia 23 de dezembro de 2003, ele foi internado para uma cirurgia de emergência. Sem previsão para o retorno, o projeto de entrar no estúdio foi adiado.

Eles tocaram no festival paulista Maquinaria Rock Fest em 17 de maio de 2008 e foram a atração principal do Porão do Rock (evento anualmente realizado no Distrito Federal) no dia 1 de agosto de 2008.


1983 – Suicidal Tendencies: Download

1987 – Join the Army:
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1988 – How Will I Laugh Tomorrow When I Can’t Even Smile Today:
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1989 – Controlled by Hatred and Feel Like Shit…Déjà Vu:
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1990 – Lights… Camera… Revolution!:
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1992 – The Art of Rebellion:
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1993 – Still Cyco After All These Years:
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1994 – Suicidal for Life:
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1999 – Freedumb:
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2000 – Free Your Soul…and Save My Mind:
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1984 - Thames Television Studio (Demo Tapes 1967)

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01. Hold On I’m Wrong
02. Knock On Wood
03. Nsu
04. How Can It Be
05. Step On Me (Take 1)
06. Step On Me (Take 2)
07. Purple Haze
08. Our Love Is Driftin’
09. Remember
10. Sweet Wine


Banda pré Queen (antes do Smile) formada por Brian May, Dave Dilloway, John Garnham, Richard Thompson, Tim Staffel e John Sanger