
O Ultimate Classic Rock (http://ultimateclassicrock.com/) elegeu as melhores músicas de 2025. O site que criou a lista publica apenas material de bandas de Classic Rock, logo as músicas de bandas mais novas não foram levadas em conta.

O Ultimate Classic Rock (http://ultimateclassicrock.com/) elegeu as melhores músicas de 2025. O site que criou a lista publica apenas material de bandas de Classic Rock, logo as músicas de bandas mais novas não foram levadas em conta.
01. Dado - Pátio dos Loucos02. André Prando - Canalha03. Consuelo - O Dia do Criador04. BIKE - Mixturação05. Joe Silhueta - Cena Maravilhosa / Eternamente06. Tamy - Serra do Luar07. Juliano Gauche - Revolver08. Seamus - Lindo Blue09. Os Gianoukas Papoulas - Quem Puxa aos Seus Não Degenera10. Pão de Hamburguer - Vela Aberta11. Dadalú - Coração Tranquilo12. Marcelo Callado - Me Deixe Mudo13. La Carne - Feito Gente14. Buenos Muchachos - Respire Fundo15. Sérgio González - Desprendáte
Texto escrito por Leonardo Vinhas para o "Scream & Yell" (https://screamyell.com.br/)
Sabe a tal “integração latino-americana pela música”? Os Autoramas são dos poucos artistas da música brasileira a fazerem isso na prática. Não se limitam a “tocar na gringa”, como preconiza o fetiche pelo mercado estrangeiro, e são uma banda de referência no cenário garage / surf / power pop – ou só rock, pra ser mais justo. Dividem palco e se relacionam de perto com artistas locais. Fazem shows regulares (em um mundo sem Covid-19, claro) e conseguem reconhecimento de público e crítica em vários países.
Na verdade, a banda formada por Gabriel Thomaz (voz e guitarra), Érika Martins (voz, guitarra e teclados), Jairo Fajer (baixo) e Fábio Lima (bateria) vai além dos países sul-americanos e também criou uma trajetória de maior ou menor penetração em diferentes países da Europa, além dos EUA e Japão. Mas vamos nos ater às terras latinas, tão latinas quanto seu Brasil de origem, e ao mesmo tempo tão estrangeiras para os brasileiros que olham para seu país continental como se fosse uma ilha (ou, pior ainda, um bairro).
“Os Autoramas foram fundamentais para o processo de integração Brasil / América Latina durante os anos 2000”, afirma Fernando Rosa, dono do selo / portal Senhor F e organizador do festival El Mapa de Todos. “Com um instrumental universal e letras divertidas, em geral, sintonizavam rapidamente com qualquer público. Foram, e continuam sendo, universais sem perder a brasilidade, na música e no show. Tiveram discos lançados na Argentina, presença constante no Uruguai e outros países latinos”, conta Rosa, que contribuiu na articulação para que a banda também tocasse no tradicional festival Vive Latino, no México.
Essa integração é o que faz com que, em uma viagem de férias, o casal Érika Martins e Gabriel Thomaz fosse convidado para participar de um show da veterana banda surf The Tormentos no Club Shake, em Buenos Aires. “Nem bem a gente aterrissou e já foi pro estúdio”, lembra Erika Martins. As sessões de ensaio incluíram duas inesperadas releituras surf de canções dos Autoramas, e as faixas acabaram sendo gravadas ao vivo em estúdio.
Essas gravações estavam adormecidas nos arquivos de Gabriel Thomaz até que a pandemia o “incentivou” a fuçar no baú. Dessa “autoarqueologia” surgiu o álbum “B-Sides & Extras vol. 1”, lançado em novembro. Agora o Selo Scream & Yell libera “Autoramas & The Tormentos EP” e as duas faixas com os Tormentos (ausentes de “B-Sides & Extras vol. 1”) foram incluídas, e estão presentes aqui para download exclusivo. Mas não estão sozinhas: vêm acompanhadas de duas releituras inéditas, uma feita por cada banda, todas entregues num pacotinho que vem com wallpapers e versões alternativas da fascinante arte que Bruno Honda Leite fez para o disco.
No fim, esse EP celebra várias amizades e trabalhos de união: os quase 20 anos de amizade entre as duas bandas, os 30 (!) anos de amizade entre Bruno Honda e o produtor desse lançamento, Leonardo Vinhas (que, em certo momento da adolescência, tiravam covers do Little Quail and The Mad Birds, antiga banda de Gabriel em um bairro da periferia de Taubaté); e da amizade que a música proporciona entre pessoas de países e formações diferentes.
Somos todos latinos, defende um dos lançamentos do selo Scream & Yell. E esse EP completa a ideia de que dá para ser latino com fuzz, distorção, reverb e amor à música.

O Ultimate Classic Rock (http://ultimateclassicrock.com/) elegeu as melhores músicas de 2020. O site que criou a lista publica apenas material de bandas de Classic Rock, logo as músicas de bandas mais novas não foram levadas em conta.
Tributo ao Deep Purple, lançado em 2020 com bandas brasileiras com vocais femininos de diversas vertentes do Rock.
Em novembro de 2016, o Dubstudio, um estúdio de ensaio e gravação inaugurado em 2005 no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, lançou um vinil que inclui 11 bandas da cena rock contemporânea de Porto Alegre para comemorar 11 anos de atividade da casa pela qual já passaram, entre tantos, Julio Reny, Os Replicantes, Wander Windner, Bidê ou Balde, Ultramen, Walverdes, Space Rave, Bixo da Seda, De Falla e Tenente Cascavel (com remanescentes das bandas TNT e Cascaveletes).
São 11 canções inéditas de gente como Os Replicantes, Monstro Motor, Space Rave, Walverdes, Gangue Dinamite, Motorcavera, Loomer, Lautmusik, Dating Robots, Geriatrio e Planondas. Na seleção tem até banda que nasceu no estúdio. “Como a Monstro Motor, por exemplo, que tem integrantes dos Replicantes, Space Rave, Dating Robots e She’s OK”, conta Fabio Gabardo, produtor do álbum.
THE METAL SURVIVORS VOLUME I é uma coletânea idealizada por Marcos Riva (PETTALOM) que reúne bandas com mais de vinte anos de estrada na cena do Metal Brasileiro. Arte da Capa por Rivaldo Nogueira .
Uma década de atividade! É a marca que o Kaoll atinge em 2018, nesta inusitada jornada musical: desde os primeiros experimentos de Bruno Moscatiello em “Kaoll 04”; a produtiva parceria com o mestre Lanny Gordin, frutificando com a gravação de “Auto-Hipnose”; a conquista de “Odd”, álbum coroado com a presença de Mr. Billy Cox, e importantes músicos da cena roqueira nacional; as mais de 350 apresentações em 17 estados brasileiros, e a turnê Européia no verão de 2014; até seu último trabalho “Sob os Olhos de Eva”, produzido em parceria com o escritor e filósofo Renato Shimmi. Tudo isso pode ser degustado em “Ten Years Barbecue”, coletânea que reapresenta grandes tocatas de seus 4 álbuns de estúdio, além de faixas ao vivo. O encarte virtual disponibilizado pela banda, traz uma retrospectiva dos 10 anos de atividade incluindo fotos históricas e uma seleção especial de flyers ilustrados pelo estúdio Sopa Art Br, contextualizando a saga da banda que vem contribuindo para a consolidação da cena instrumental no país.

O Ultimate Classic Rock (http://ultimateclassicrock.com/) elegeu as 25 melhores músicas de 2018. O site que criou a lista publica apenas material de bandas de Classic Rock, logo as músicas de bandas mais novas não foram levadas em conta.
Coletânea de trilhas sonoras compostas e produzidas pelo cantor e compositor Landau.
Gravação, Mixagem e Masterização: Paulo Senoni (Studio Nimbus) em São Paulo/SP.

Da batida reggae do início da carreira até escancararem suas influências de rock inglês e do Clube da Esquina em trabalhos recentes, poucas bandas na história da música pop nacional foram tão bem sucedidas como o Skank. A trajetória dos mineiros sempre foi marcada por um flerte com o pop radiofônico, que os levou ao topo das paradas durante anos, além de ter aberto caminho para toda uma nova geração, não só de Minas Gerais, mas dos quatro cantos do Brasil, entusiasmados pela possibilidade de fazer música de qualidade e com forte apelo popular.
É essa mistura de musicalidade, inovação, pegada pop e reconhecimento que motivou o Scream & Yell a realizar o tributo “Dois Lados”, produzido e idealizado pelo produtor mineiro Pedro Ferreira, responsável pela homenagem ao Los Hermanos em 2012, “Re-Trato”, e ao Milton Nascimento e Clube da Esquina em 2015, “Mil Tom”, também lançada pelo Scream & Yell. “Dois Lados”, porém, é mais que um tributo ao Skank, é também uma forma de revisitar uma das obras de maior sucesso da música brasileira recente, com releituras personais de artistas da nova geração nacional.
Está tudo aqui. Do Skank indie que bancou na coragem o primeiro CD em 1992 (25 anos atrás!) ressurgem o balanço de “Baixada News”, com os conterrâneos do Graveola, e de “Homem Q Sabia Demais”, com o gaúcho Ian Ramil, mais uma versão emocional de “Tanto (I Want You)”, por Zé Manoel, e uma releitura de Lulina para a ainda atualíssima “In(dig)Nação”, com letra citando Romulo Fróes, Daniela Mercury, Elza Soares, Zé Celso e outros indignados. O clássico “Calango” (1994) é representado por Nevilton (“Te Ver”), Teago Oliveira, da Maglore, em versão solo (“Esmola”), The Baggios (“A Cerca”) e Francisco el Hombre (“Pacato Cidadão”).
Do multiplatinado “O Samba Poconé” (1996) figuram “Garota Nacional” (revista por Manitu), “Sem Terra” (André Abujamra) e “Tão Seu” (Ana Larousse e Leo Fressato) enquanto “Siderado” é representado por potentes versões acústicas de “Resposta” (Phillip Long e Eduardo Kusdra), “Saidera” (Dani Black) além de “Mandrake e os Cubanos” (Garotas Suecas) e da faixa título, revista pelo Transmissor. De “Maquinarama” (2000) foram selecionadas “Três Lados” (Tuyo), “Canção Noturna” (A Banda Mais Bonita da Cidade) e a bela “Ali” (Selvagens a Procura de Lei). Do “MTV ao Vivo em Ouro Preto” (2001) saiu “Acima do Sol” (Ana Muller).
Com muitos fãs ao redor do Brasil, o álbum “Cosmotron” (2003) foi o mais procurado pelos artistas do tributo com “Dois Rios” em grande versão de Wado, o primeiro single do projeto, a delicada “Amores Imperfeitos”, com Anavitória (não disponível no Soundcloud, mas liberada para download gratuito), a sexy “Formato Mínimo”, com Fernando Anitelli, “Vou Deixar”, com Phill Veras, e “As Noites”, com Medulla. Da coletânea “Radiola” (2004) marca presença “Um Mais Um” (Gabriel Gonti) e a versão da versão do Skank para Gil, “Vamos Fugir” (Quarup). O álbum “Carrossel” (2006) foi revisto na versão de Esteban Tavares para “Mil Acasos”.
Já de “Estandarte” (2008) foram pescadas “Ainda Gosto Dela” (Sr. Gonzales) e uma linda versão de “Sutilmente” por Jéf. Fechando a discografia, “Velocia” (2014) marca presença com “Esquecimento” (Cobra Coral) e “Ela Me Deixou” (Seu Pereira e Coletivo 401). Com essa coleção de canções (32 faixas no download gratuito, 31 no Soundcloud), o Scream & Yell busca mostrar a versatilidade de uma grande banda surgida num momento de retração do mercado pop rock nacional, o começo dos anos 90, e que mesmo assim conseguiu cravar hits nas paradas e lançar belos discos que escreveram o nome Skank na história da música popular brasileira.
Texto por Marcelo Costa, Pedro Ferreira e Rodrigo James
Mantendo a tradição, a Radio Web Stay Rock Brazil lança mais uma coletânea de bandas autorais que fazem parte de sua programação.
O rápido e furioso grupo de Thrash Hardcore Kovaa Rasvaa foi formado em Turku, Finlândia, no outono de 2009. Desde então, Kovaa Rasvaa fez turnês pela Finlândia e no exterior na Escandinávia, Reino Unido, Polônia, Alemanha, região dos Balcãs, Rússia, EUA e Brasil. e lançou EPs, fitas e um LP. Kovaa Rasvaa é uma dose de agressão saudável que concentra a energia, aguça o pensamento, transforma a dor em propósito, aumenta o impulso e a disciplina, inflama a paixão e fortalece a coragem.
Kovaa Rasvaa é Kerttu - Vocal, Anne - Baixo, Johanna - Guitarra e Otto - Bateria
Tributo ao Black Sabbath, lançado em 2018 com bandas brasileiras de diversas vertentes do Rock.
Banda brasileira formado por Paulo Preto (vocal), Zé Renato (guitarra), Fábio Ribeiro (teclados), Ronaldo Lobo (baixo) e Henrique Iafelice (bateria) em abril/1986, o Desequilíbrios estréia no mesmo ano vencendo o Festival Nossa Música, realizado no Palácio das Convenções do Anhembi. A vitória daria à banda a oportunidade de registrar seu primeiro trabalho, uma faixa lançada na antologia lançada pelos organizadores do festival. O grupo, depois de alguns desacertos com o selo Rock Forever (que por motivos financeiros interrompe a gravação de seu LP), fecha com a Progressive Rock Worldwide e apresenta em 1993, “Desequilbrios”, disco incomum entre os lançamentos do selo paulista: ao contrário dos outros, O CD do Desequilíbrios tem apenas uma frase em inglês no encarte; (quase) todo o resto é escrito e cantando no mais puro português. “Portuguese is the language. Understand It.” Curiosidade: o grupo, originalmente planejara um “Otherwise, fuck you.” no final do recado, vetado pelo homem-forte da Progressive